Stefane Oliveira: Customer Success do Mobills

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Que tal conhecer melhor a equipe do Mobills? Toda semana faremos um perfil de um dos nossos colaboradores (MBs) que vão contar sobre como é trabalhar no Mobills, o que mais gostam na startup e muito mais.

O nosso último entrevistado foi o CTO do Mobills, Rodrigo Matihara, não esqueça de conferir a entrevista dele.

Na entrevista de hoje teremos Stefane Oliveira, que faz parte da equipe de Customer Success do Mobills, mas que futuramente vai migrar para a área de Qualidade e Teste de Software.

Ela é formada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, tem 25 anos e está sempre disposta a dar o seu melhor para crescer junto com a empresa.

Perfil dos MBs: Stefane Oliveira – Customer Success do Mobills

Como surgiu a oportunidade de você ingressar no Mobills?

Eu comecei a fazer a faculdade e, logo no primeiro semestre, nos primeiros dias de aula, eu conheci o Yago. Ele ainda não estava trabalhando no Mobills.

Com o tempo, a gente passou a ter mais convivência; e teve um dia que ele chegou e me falou que estava trabalhando em uma startup cearense de tecnologia que fazia um aplicativo.

Outra vez, eu vi no caderno dele que tinha um adesivo do Mobills e quando olhei melhor, pensei “cara, eu conheço esse aplicativo. Eu já usei esse app de finanças”. E realmente, eu já tinha usado o Mobills antes, só que por algum motivo eu deixei de usar.

Enfim, eu falei para ele “eu conheço esse aplicativo, você está usando ele também?” e ele me respondeu “sim, estou trabalhando lá”, e a minha reação foi “cara, que massa!”

O tempo foi passando até que surgiu uma vaga de Customer Success no Mobills e o Yago me indicou. Eu fiz todo o processo de seleção, mas não passei. Quem entrou foi o Wolp, que é outro membro da equipe atual.

Só que como a demanda continuou aumentando, o Yago, uns dois ou três meses depois, me chamou para eu poder entrar também. Então, eu saí do emprego que estava e vim para cá.

Como o Mobills te ajudou, tanto profissional como pessoalmente?

Profissionalmente, o meu convívio aqui com o pessoal do Mobills, como eu era puramente da área técnica e era o que eu estava vendo na faculdade, me ajudou muito.

Tanto na faculdade, a participar melhor das atividades que o curso oferecia, como eu conseguia ver no Mobills o que, na teoria, eu aprendia na faculdade.

Então, muita coisa que eu estava estudando conseguia aplicar no Mobills e vice-versa.

O que eu tinha no Mobills de convivência diária de problemas e como eram os projetos dos meninos em relação a essa parte de tecnologia, eu conseguia ver isso na teoria na faculdade.

Me ajudou a entender melhor como funcionava as disciplinas lá e me deixou mais interessada ainda pela área de tecnologia.

E pessoalmente, finalmente eu consegui utilizar o Mobills de maneira correta, né? Porque eu comecei a utilizar antes de trabalhar aqui, mas eu não tinha a motivação de continuar fazendo isso.

Como trabalhando aqui, meio que o Mobills me “obriga” a fazer isso, eu comecei a fazer isso por saber que é meu trabalho, mas depois de um tempo eu vi que aquilo estava realmente fazendo a diferença na minha vida financeira pessoal, e para mim, a partir disso, se tornou algo natural.

Hoje, eu já não uso mais o Mobills porque é meu trabalho, mas porque já faz parte do meu dia a dia.

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Qual o diferencial do Mobills?

Em relação à empresa Mobills, o ambiente aqui te permite dar o seu melhor sem que você se sinta pressionado a isso.

Lógico que como toda empresa você vai sentir pressão, mas você se sente livre, você sente que tem autonomia para aplicar o que sabe.

Isso é muito bom, porque te dá confiança de ser um profissional melhor, e a ajudar a empresa a crescer ainda mais.

Em relação ao aplicativo, ele é o melhor porque ele é simples e a estrutura dele te faz querer controlar as suas finanças. Você acaba gostando de fazer isso.

Qual foi o seu maior desafio, até agora, trabalhando no Mobills?

Como eu trabalho no Customer Success, então eu acho que todo começo de ano é um desafio.

Muita gente tem como resolução de início de ano começar a controlar as finanças, logo, elas procuram por aplicativos de controle financeiro para poder ajudá-las.

Por isso, no começo do ano o número de chamadas, de tickets é gigante, então acho que neste período é sempre a maior dificuldade… De quantidade de pessoas entrando em contato para poder saber mais sobre o Mobills, de tirar dúvidas…

Agora acho que outro desafio grande que eu vou ter é migrar para essa área de testes que não tem ainda no Mobills especificamente, mas acho que vai ser de grande ajuda para os usuários e para o pessoal, daqui, da equipe de desenvolvimento.

Como é a sua relação com os colegas de trabalho?

É muito boa. Não sinto nenhum preconceito (risos). Falando sério, é muito boa minha relação com eles.

Lógico, tem uma ou outra pessoa que não está mais entre nós… Mas hoje em dia, pelo menos, minha relação com todo mundo é muito boa.

Acho que até com o pessoal novo que chega, me considero uma boa anfitriã.

O que você espera do futuro em relação ao Mobills?

Eu espero que o Mobills cresça ainda mais, porque eu acho que se a empresa cresce, você acaba crescendo junto.

Aqui a gente, eu pelo menos, me sinto como se fizesse parte de uma engrenagem de uma máquina, e eu sou fundamental para ela poder crescer.

Com isso, se a empresa cresce, obviamente, a gente também cresce como profissional, como pessoa, e a gente se sente muito motivado quando vê que algo que você cuida diariamente está tomando rumos altos.

É muito gratificante ver isso. Principalmente, nós que temos um contato mais direto com os usuários.

Quando eles dão um feedback positivo, “vocês me ajudaram a resolver isso”, “vocês tiraram a minha dúvida”, “eu não estava entendendo e você me ajudou”, “o suporte de vocês foi muito bom” etc.

Isso é muito gratificante, saber que estamos ajudando as pessoas diretamente.

SAIBA COMO ENTRAR EM CONTATO COM A EQUIPE DO MOBILLS

O que mais te deixa feliz no Mobills?

Fora a reunião? (risos – tínhamos feito uma pequena reunião antes e no final o Yago fez cuscuz para gente).

Acho que o ambiente me deixa muito feliz, porque o convívio com o pessoal é muito próximo, leve e te deixa tranquilo para você poder trabalhar e fazer suas coisas com serenidade.

E o video game, né? Que é bom (risos). Jogar na hora do almoço é sensacional!

O que você diria a um cliente do Mobills?

Eu diria que controlar as finanças é muito bom, mas demanda muito empenho da parte de cada um e paciência. Porém, é algo que vai te dar uma tranquilidade no futuro e realmente pode mudar a forma como você encara sua vida.

Pode também te ajudar a ter novos planos, porque você consegue mudar a forma que gastava e vai te auxiliar muito para, mais adiante, atingir a tranquilidade financeira.

Enfim, controle suas finanças, porque isso vai te ajudar a alcançar coisas boas no futuro e não se preocupe que se tiver alguma dúvida é só entrar em contato com a gente.

O que você queria ser quando era criança?

Eu não vou mentir, eu queria ser bióloga da Marinha. Eu queria ser militar. Até hoje eu quero ser militar…

Eu não sei o que aconteceu.

Eu acho que bati a cabeça quando era criança, porque eu fui para outro rumo. Acho que amadurei e fui pensando em outras coisas e deixei isso meio de lado.

Conte uma história (real) que tenha relação com o Mobills.

Já contaram da barata, né? (Confira na entrevista da Géssica). Então, vou contar outra que é bem engraçada.

Eu acho que foi ano passado, quando a gente ainda estava no andar de baixo. Acho que era festa junina e um dos meninos trouxe comida típica para cá, e era vatapá de camarão.

Nesse mesmo dia, à noite, a gente tinha marcado um futebol com o pessoal do Mobills.

E aí, beleza, todo mundo almoçou divinamente bem e estavam muito satisfeitos e pensando “quando que a gente vai comer vatapá de camarão? Só em festa junina mesmo.”

Todo mundo comeu e tal, e nosso amigo Stael, que come pouco (só que não), comeu bem.

Aí, chegou no racha, ele começou a jogar e se movimentar, só que quando eu menos esperei ele estava sentado e fazia pouco tempo que o jogo tinha começado.

Eu não sabia porque ele tava mal, mas no outro dia fui saber que ele tinha passado mal, porque ele tinha comido muito vatapá de camarão e ele não conseguiu aguentar jogar tudo. Foi muito engraçado (risos).

Você sabe que vai jogar e mesmo assim se mata de comer. Sério, ele comeu uns três pratinhos daqueles de plástico e um prato grande de vidro. Então, ele comeu muita comida.

Fora a da barata, essa é uma das melhores histórias!

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