Estilo de Vida

6 pensamentos errados sobre dinheiro que você precisa abandonar

Figura de uma pessoa e vários balões com $ dentro representando pensamentos errados sobre dinheiro
Victor Leitão
Escrito por Victor Leitão

6 pensamentos errados sobre dinheiro que você precisa abandonar *

Texto produzido originalmente por Paula Pant no site The Balance

Banner convidando para o site do Mobills

Qual a chave para ter finanças bem sucedidas? Mudar o modo como você pensa sobre o dinheiro!

Se a sua maneira de pensar sobre dinheiro está errada, você nunca será verdadeiramente capaz de “avançar”, mesmo ganhando R$ 30.000,00 ou R$ 300.000,00 ao ano. Por outro lado, uma vez que a sua perspectiva está certa, se tornará mais fácil maximizar seus ganhos.

Abaixo, listamos os seis erros mais comuns nos quais você pode cair ao se pensar em dinheiro e como se libertar dessas armadilhas mentais.

6 pensamentos errados sobre dinheiro dos quais você precisa se libertar

1. Viver (apenas) no presente

É difícil fazer o dinheiro render, quando se vive focado apenas no imediatismo de obter o que é mais fácil e apelativo. Claro que é mais rápido comprar um café para viagem, ao invés de fazê-lo em casa, mas esses pequenos valores gastos podem ser adicionados, por exemplo, ao pagamento de um crédito estudantil.

O smartphone mais moderno pode ser tentador, mas quando se está disposto a viver com o modelo mais antigo, o valor excedente pode ser usado para formar uma reserva de emergência.

Qual o objetivo de gastar menos do que ganha? Em uma palavra: liberdade. Da próxima vez que seu carro quebrar, você não fará contorcionismos financeiros. Da próxima vez que você for pego de surpresa por uma conta médica inesperada, você não perderá o sono à noite.

Ao invés de viver apenas o momento, reserve um extra para poder usufruir no futuro.

2. Frugalidade extrema

Ser econômico é uma coisa; ser “pão-duro” é outra. Não foque puramente no preço. Ao invés disso, pense sobre a qualidade e o valor agregado.

Desembolse vinte ou trinta reais a mais e compre um par de sapatos que dure por anos, ao invés de um que se desmanche no final de poucos meses.

Gaste comprando ingredientes para preparar comida caseira, deixe de lado os pratos de baixo valor nutricional e lanches de drive-thru, os efeitos positivos na sua saúde podem fazê-lo economizar milhares de reais em futuras contas médicas.

Do mesmo modo, não perca seu tempo com ninharias. Ao mesmo tempo que é bom ser consciente financeiramente, não esqueça que o tempo é seu ativo mais precioso. Se barganhar custa uma ou duas horas a mais de inconveniência, resultando em uma economia de apenas R$ 5,00, ela não vale a pena.

3. Viver fora das suas condições

Cartões de crédito e débito podem manter sua vida financeira acorrentada por décadas. Pare de repetir para si mesmo que “merece” coisas pelas quais não pode pagar.

Lembre-se que o que você realmente merece é uma vida na qual não precise trabalhar até os seus 80 anos para manter as contas pagas. Não compre itens supérfluos no cartão de crédito.

Faça diferente, guarde o dinheiro antecipadamente, e então você irá adquirir um produto pelo qual pode pagar.

4. Não entender para onde seu dinheiro está indo

Não importa quanto dinheiro você ganha se não sabe como ele escapa da sua carteira. Se você não tem um orçamento, crie um – o mais rápido possível.

A mesma dica serve para constituição de reservas de emergências e planos de aposentadoria. Quando você não sabe pra onde seu dinheiro está indo, a tendência é que ele vá pra longe de você rapidamente.

A melhor maneira de garantir o seu futuro é fazendo um orçamento. Ele pode ser feito de várias formas. Você pode optar por um orçamento tradicional ou pode tentar fazer um orçamento em categorias personalizadas.

5. Achar muito difícil administrar seu dinheiro

Orçar não precisa ser um sacrifício. Nem mesmo fazer reservas ou planos de aposentadoria. Existem muitos aplicativos e ferramentas que podem fazer o trabalho pesado por você, além de transformar a maximização do seu dinheiro em um jogo (ou, pelo menos, um desafio divertido).

Ache as ferramentas com as quais se sinta mais a vontade e o gerenciamento do seu dinheiro se tornará muito mais fácil.

6. Ignorar os impostos

É tentador negligenciar os tributos. Eles parecem chatos e complicados, mas fazem uma grande diferença no montante de dinheiro que permanece no seu bolso.

Planejamento tributário é tão essencial como orçamentos, investimentos e todas as outras formas de gerenciamento financeiro. Converse com um especialista sobre como diminuir seus impostos e pense sobre as implicações deles nas suas decisões.

Se você decidir mudar para outra cidade ou estado, por exemplo, pense sobre como essa mudança irá impactar seus tributos e, consequentemente, seu orçamento como um todo.

Considerações finais

Lidar com o dinheiro não precisa ser algo estressante ou chato. Olhe para o planejamento financeiro inteligente como um presente que você dará a si mesmo no futuro.

Liberte-se das atitudes e sentimentos negativos em relação ao dinheiro. Desenvolver seu modo de pensar no dinheiro é o primeiro e mais importante passo para criar um futuro financeiro bem-sucedido.

Leia mais:

Por que devemos guardar dinheiro e como

Lições sobre dinheiro que você deve aprender antes do casamento (mas também valem para quem já casou)

10 dicas simples para acabar com as dívidas e começar a acumular dinheiro

Curtiu conhecer os 6 pensamentos errados sobre dinheiro? Alguma dessas armadilhas mentais já lhe prejudicou? Compartilhe conosco!

Banner convidando para o site do Mobills

Gostou do artigo 6 pensamentos errados sobre dinheiro que você precisa abandonar? A sua opinião é muito importante para nós! Sugira novos temas, deixe seu comentário.

Comentários

Sobre o autor

Victor Leitão

Victor Leitão

Victor Leitão, coordenador de marketing e especialista em finanças pessoais do Mobills, além de ser o editor-chefe do Portal Mobills. Formado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Ceará - UFC e técnico em informática pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará - IFCE. Pesquisador incansável dos temas educação financeira e finanças pessoais. Principais hobbies: assistir filmes/séries, jogar futebol/Dota 2 e viajar.