4 motivos para não deixar seu dinheiro parado

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Lembre-se do ditado popular “pedra que não rola cria limo”. Se para as pedras, que normalmente são objetos estáticos, teoricamente ficar parado não é nada bom, imagine para o seu dinheiro que foi algo feito para circular…

São vários os problemas que o não aproveitamento do capital da forma correta pode acarretar em sua função de render ou de acompanhar a inflação, como a desvalorização real e, até mesmo, as oportunidades perdidas.

Por que você tem que fazer seu dinheiro circular? Veja quais são os 4 principais motivos para não deixar seu dinheiro parado e tenha uma melhor compreensão a respeito do assunto!

4 motivos para não deixar seu dinheiro parado

 

1 – Desvalorização

Com certeza, este é o principal motivo de deixar seu dinheiro parado ser algo extremamente insalubre para as suas finanças: a desvalorização. É claro que estamos em um período melhor do que aqueles em que as pessoas juntavam notas e moedas em potes, baús, e até embaixo de colchões.

O que normalmente acontecia é que anos depois a moeda tinha mudado e aqueles papéis e peças metálicas já não possuíam valor algum.

Atualmente, o que ocorre é que mesmo o seu dinheiro estando em uma conta bancária, os rendimentos ao longo do tempo não acompanham os índices da inflação.

Isso faz com que o seu dinheiro sofra perda de valor real após determinado período. O que, inclusive, passa despercebido para muitos poupadores, principalmente os mais inexperientes e conservadores.

2 – Dinheiro parado na conta é sinônimo de prejuízo ou ganho inferior ao possível

Para citar um exemplo, em 2015 a poupança que é uma das principais formas do brasileiro guardar seu dinheiro em bancos, alcançou um rendimento de 8.07%, enquanto a inflação no período foi de 10,67%, fazendo com que o poupador perdesse 2,35% do seu poder de compra.

No ano passado, a situação foi até melhor. Enquanto a poupança rendeu 8,3%, a inflação fechou o ano em 6,29%, segundo dados do IBGE. Dessa maneira, a poupança teve um ganho de poder aquisitivo de 2,01%.

Entretanto, há vários investimentos que remuneram bem mais do que a poupança. Logo, esse é um motivo mais do que suficiente para buscar formas mais eficazes de investir. Atualmente, dinheiro na poupança = dinheiro parado (ou quase parado).

3 – Não gera oportunidades de lucro

Deixar de monitorar as melhores formas de investir faz com que você deixe de aproveitar algumas chances de fazer com que seu dinheiro renda através das opções mais adequadas para aquele momento, e de acordo com o seu perfil de investidor.

Para citar alguns exemplos, é comum que a poupança tenha seus dias de glória assim como os de decadência de tempos em tempos, que o mercado de ações tenha seus períodos de altos e baixos, que os fundos multimercados se demonstrem boas opções de acordo com as previsões, assim como exista negativismo dos economistas quanto ao futuro em determinados períodos, entre outras situações do mercado financeiro.

Isso demonstra que o dinheiro não deve ficar parado, mas sim acompanhar tendências de maneira bem estudada, para que ele se mantenha sempre rendendo.

4 – Capital investido em imóveis também pode ser dinheiro parado

Esta dica é principalmente direcionada aos novos investidores. Segundo o quadro atual, o valor dos aluguéis residenciais e comerciais têm sido reajustados abaixo do valor da inflação há algum tempo. Ainda existe o agravante da deterioração que o imóvel sofre em função do tempo, o que na maioria dos casos é de responsabilidade do proprietário.

Portanto, neste cenário, esta é mais uma forma de dinheiro parado que deixa de gerar lucro, sendo melhor que fosse investido em outras formas existentes no mercado, mais rentáveis e tão seguras quanto.

Como encontrar a melhor opção?

Primeiramente, o ideal é que você defina qual é perfil de investidor, levando em consideração a quantidade de dinheiro a ser investido e por quanto tempo poderá abrir mão daquele valor.

Ou seja, você precisa pensar se realmente não precisará daquele capital em um período curto e também do quanto está disposto a se arriscar em mercados menos seguros, como o de ações, por exemplo.

Definidos esses parâmetros, o negócio é acompanhar com atenção os indicadores econômicos ou até contar com alguma consultoria profissional, de forma a escolher as aplicações certas e fazer com que seu dinheiro passe a “se mexer” e trabalhar para você da forma devida.

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