Morar sozinho: como superar os desafios financeiros dessa mudança
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Morar sozinho: como superar os desafios financeiros dessa mudança

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O sonho de muitos é ter a tão sonhada liberdade. Poder chegar a qualquer hora em casa, receber os amigos com mais privacidade. Porém, morar sozinho não traz apenas benefícios, traz consigo também muitas responsabilidades.

Está pensando em dar esse passo? Se divorciou e quer começar de novo longe da casa dos pais? Aceitou um novo emprego fora de sua cidade e terá de enfrentar o desafio?

Venha com a gente e aprenda como se preparar para essa nova fase da sua vida, o que balancear e como ter sucesso gerenciando seu lar.

Vai morar sozinho? Veja por onde começar!

1. Planeje

pessoa fazendo um planejamento em uma lousa branca

O primeiro passo é colocar todas as despesas no papel, ou seja, fazer uma estimativa de quanto se vai gastar com aluguel, água, luz, condomínio, transporte, alimentação. Caso tenha dificuldade na estimativa procure saber com amigos ou familiares, que estejam em uma situação similar, qual a média mensal desses gastos.

Após ter uma ideia de quanto vai gastar com as despesas básicas, você terá uma base para incluir outras despesas como lazer, tv a cabo e compra de supérfluos.

Esse planejamento é crucial, pois segundo uma pesquisa do SPC Brasil e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Sebrae, uma em cada quatro pessoas que moram sozinhas estão no vermelho. Mostra ainda, que elas levarão ao menos 15 meses para quitar suas dívidas. Isso se deve a falta de controle das contas e, principalmente, a falsa sensação de que morar sozinho tem custos mais baixos.

O ponto chave é justamente que quando se mora só não existem outras rendas para dividir as contas e qualquer tipo de emergência deve ser custeada unicamente com a sua renda. Dessa forma, muitas vezes é preciso rever o padrão de vida que se tinha antes e adaptá-lo a nova realidade. São pequenos sacrifícios que devem ser feitos em prol de realizar o sonho de morar sozinho.

2. Faça um orçamento

pessoa fazendo um orçamento

Organizar seu orçamento também é peça chave, mesmo antes de sair da casa de seus pais, pois com ele você já terá uma noção de quanto gasta com supérfluos, já que a maioria das categorias de gastos usadas quando não se mora só mudam quando se passa a assumir uma casa.

Ao fazer um orçamento e mantê-lo atualizado você saberá como gasta o seu dinheiro e poderá realocar esses valores para as novas categorias que surgirão nessa nova fase.

5 REGRAS SIMPLES PARA ORGANIZAR SEU ORÇAMENTO

3. Alugue

De acordo com o portal imobiliário ZAP, quase metade da população jovem e solteira procuram imóveis com a pretensão de comprar em vez de alugar.

Entretanto, especialistas financeiros não aconselham que o primeiro imóvel seja logo comprado, pois essa decisão exige uma reflexão sobre pontos como: durante quanto tempo você pretende ficar nesse imóvel? Pretende se casar e continuar morando nele? Se tiver filhos, a casa vai atender às suas necessidades? Essas são perguntas difíceis de responder quando se está no início de sua carreira, com vários planos de vida, cheio de incertezas sobre, até mesmo, se continuará morando na mesma cidade, estado ou país!

Assim, nessa fase inicial é melhor alugar até ter seus objetivos mais claros, ainda mais se levarmos em consideração que o financiamento de um imóvel é um compromisso financeiro de longo prazo e comprar para vender no futuro pode não ser tão simples.

4. Agrupe as contas

várias notas fiscais em uma cesta ao lado de um caderno com uma calculadora em cima e uma caneta

Outra boa dica é agrupar as contas para pagamento bem próximo ao recebimento de seu salário, assim, evita esquecer de pagá-las ou gastar o dinheiro por impulso em compras desnecessárias.

Importante não colocar todas as contas em débito automático, principalmente as de cartões de crédito, para que você possa todo mês ter uma noção de quanto está pagando.

Na verdade, o controle financeiro é justamente isso, analisar os gastos para saber para onde seu dinheiro está indo, ao automatizar demais você perde esse senso de controle e acaba correndo o risco de se endividar ou entrar no cheque especial.

5. Arranje um inquilino

duas pessoas se mudando para um novo apartamento

Morar sozinho não significa necessariamente sem mais ninguém, o termo pode ser utilizado apenas para demonstrar que o indivíduo se responsabiliza por si mesmo, sem ajuda de parentes ou pais.

Assim, para diminuir os gastos você pode optar por dividir um apartamento ou uma casa com alguém, isso ajudará a reduzir as despesas fixas como aluguel e condomínio.

6. Custo-benefício: aluguel x gasto com transporte

mulher sentada no ônibus

Mais uma forma de reduzir custos é escolher entre morar perto do trabalho e economizar com transporte ou morar mais longe e custear os deslocamentos.

Importante frisar que além do aspecto econômico é válido levar em consideração a qualidade de vida, pois o estresse do trânsito ou as horas de sono perdidas para chegar ao trabalho (por ter que acordar mais cedo para enfrentar uma série de conduções ou o engarrafamento das grandes cidades) podem não compensar a economia!

7. Leve de casa

marmita simbolizando uma dieta saudável

Aprenda a cozinhar e faça suas refeições. Além de ser mais saudável do que as opções tradicionais de fast-food, te ajudará a manter as contas equilibradas.

Escolha um dia da semana e prepare várias refeições, congele-as e consuma durante a semana. Assim, evitará de optar por delivery ou de comer fora constantemente, já que muitas vezes pelo estresse e o cansaço do dia a dia, chegar em casa e ir cozinhar não é a opção preferida da maioria das pessoas.

COMO MANTER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL GASTANDO POUCO

8. Economize

Outras dicas de economia para quem mora só, são:

  • use lâmpadas led;
  • escolha um dia da semana para passar toda a roupa, assim como para lavá-la;
  • vá a feira semanalmente para evitar desperdícios de comida, entretanto se houver promoção de itens não perecíveis e de uso constante aproveite e compre em boa quantidade;
  • aprenda a limpar e conservar limpa sua casa, assim, pode diminuir o número de visitas da diarista (de 4 vezes ao mês para 2, por exemplo).

9. Evite parcelar gastos fixos

pessoa passando o cartão de crédito na maquineta

Um erro comum para os marinheiros de primeira viagem, que não estão acostumados a lidar com as contas da casa, é parcelar gastos que farão todos os meses. Essa prática é errada, pois as parcelas irão se somar inevitavelmente e poderão ocasionar uma dívida do estilo “bola de neve”, além de dar uma falsa impressão no seu orçamento que alguns gastos praticamente fixos, como supermercado, são bem distintos de um mês para o outro.

10. Constitua uma reserva para emergências

cofre de porquinho simbolizando reserva de emergência

A reserva de emergências passa a ser ainda mais decisiva em sua saúde financeira quando se passa a assumir as responsabilidades de uma casa sozinho, uma vez que qualquer descontrole pode gerar uma dívida, já que a única renda para arcar com todos os gastos será a sua.

Portanto, não descuide de sua reserva, de preferência só se mude após ter condições de se manter por pelo menos 6 meses sem precisar do seu salário. Mas cuidado, não use a reserva se não for em caso de emergência, ela não deve ser usada, por exemplo, para mobiliar sua casa nova.

Depois das nossas dicas você se sente pronto para encarar o desafio de morar sozinho e ao mesmo tempo manter sua saúde financeira em dia? Conta pra gente nos comentários o que mais você faz para equilibrar as contas e gerenciar um lar!

APRENDA A MONTAR SUA RESERVA DE EMERGÊNCIAS

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