Conheça os 5 melhores investimentos para 2019Banner convidando para conhecer o sistema Mobills Web

O ano começou e analistas de investimentos e economistas já fazem seus apontamentos de quais serão as melhores opções para investir.

Com a taxa básica de juros – SELIC – em 6,5% (um índice bem abaixo dos anos anteriores) e a baixa inflação, o cenário econômico é favorável.

Entretanto, para quem era acostumado a garantir altos rendimentos com base apenas na renda fixa, terá de diversificar um pouco a carteira se desejar manter o padrão de rendimentos.

A expectativa é que esse panorama econômico se mantenha e, nesse caso, a renda fixa não será uma boa opção se não combinada com outras aplicações um pouco mais arriscadas como fundos multimercado e ações.

O que não significa dizer que você deve tirar todos os seus investimentos de renda fixa, afinal, você pode ter comprado títulos prefixados que garantirão um ótimo retorno vencimento.

Além disso, todos precisam de um fundo de emergência que garanta uma boa liquidez, o que é possível nesse tipo de investimento.

O ponto aqui é diversificar a carteira para compensar a baixa das aplicações em renda fixa nos últimos tempos e tentar manter seus rendimentos em um padrão mais elevado.

Com base no panorama econômico apresentado, levantamos as 5 principais aplicações para  que seu dinheiro renda mais em 2019.


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Melhores investimentos para 2019: confira 5 ótimas opções

 

1. Ações

Os especialistas em investimentos apontam 2019 como um bom ano para começar a investir em ações, porém, saiba que esses são investimentos de médio e longo prazo.

Sendo assim, você não deve começar a investir em ações se ainda não possui uma reserva de emergências, pois caso venha a precisar do dinheiro investido no curto prazo, o mais provável é que você perca dinheiro.

No entanto, quem estiver disposto a encarar as incertezas locais e externas pode ficar de 17% a 30% mais rico no fim de 2019, de acordo com as projeções para o Ibovespa.

Setores que estão na mira dos investidores por se apresentarem com altas perspectivas de crescimento são: infraestrutura, siderurgia, energia, bancos e varejo.

Algumas empresas como a Petrobrás estão entre as cotadas para render bons dividendos para seus acionistas, uma vez que a mudança da diretoria e a abertura do capital em alguns seguimentos prometem melhorar seus resultados em 2019.

Banco do Brasil é mais uma estatal que está no processo de gestão da qualidade e também, provavelmente, se beneficiará de uma baixa na inadimplência pelo cenário econômico mais favorável.

Essa tendência vem se confirmando desde o final de 2018, já que as empresas estatais estão entre as maiores altas da bolsa desde o resultado das eleições.

Mas os analistas veem espaço para mais valorização com a possibilidade de ganhos de eficiência nas empresas com cortes de custos por parte de novas diretorias voltadas para as gestões profissionais que devem ser adotadas na esfera federal e em boa parte dos estados em que os governadores eleitos são da base aliada do presidente eleito.

Panorama geral de ações promissoras

Usiminas é a representante mais forte na área da siderurgia e segundo o histórico de crescimento do PIB versus o aumento da demanda por aço, pode-se esperar um incremento na demanda de aço proporcional a duas ou três vezes o aumento do PIB (que está previsto para 2,5% a 3% em 2019).

Localiza é outra aposta considerada segura no mercado de ações e vem performando bem nos últimos meses.

B2W que engloba empresas como Americanas e Submarino encontrou no e-commerce espaço para aumentar sua atuação e o crescimento tende a aumentar ainda mais nos próximos anos.

Suzano opera no mercado de celulose e é uma opção para diversificar a carteira, uma vez que a empresa é exportadora, o que torna seu resultado influenciado por outras economias não apenas a brasileira.

Há também a expectativa que ela se funda com a Fibria se tornando a maior produtora de celulose do mundo.

Outras ações indicadas pelos especialistas são: Bradesco, Copasa, Pão de Açúcar, Lojas Renner, Multiplan, Iguatemi, Iochpe Maxion, Randon, CVC, B3, Gerdau, Ceming, Energisa, Gerdau Metalúrgica, Tenda, Cyrela, Azul, Bradespar e Estácio.

Observação: Vale ressaltar que essas são apenas sugestões de prováveis bons investimentos em ações para 2019. Como o mercado é bastante mutável, não há garantia que você terá ótimos resultados (principalmente no curto prazo) ao escolher e investir em ações das empresas sugeridas.


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2. Fundos multimercado

É um tipo de fundo de investimentos composto pelos vários produtos de diferentes mercados como: ações, câmbio, renda fixa, entre outros.

É uma boa opção para quem quer diversificar a carteira visando garantir maiores rendimentos, mas ainda assim não correr tanto risco.

Eles estão situados, em se tratando de risco, entre os fundos de renda fixa (menos agressivos) e os fundos de ações e câmbio (mais agressivos).

A baixa do Certificados de Depósito Interbancário – CDI tem tornado esses fundos uma boa opção para quem não quer se aventurar nos investimentos em ações, pois essa baixa torna mais simples para os fundos entregarem margens acima do CDI.

Para garantir a maior rentabilidade, entretanto, é importante analisar alguns fatores como a taxa de administração do fundo que não deve passar de 2%.

Há, ainda, a chamada taxa de performance, a maioria dos fundos cobram índices em torno de 20%.

O histórico do fundo também deve ser analisado minuciosamente. Um bom desempenho ao longo dos anos pode compensar mais do que uma pequena economia em taxa de administração.

Para finalizar esse tópico, veja algumas vantagens desse investimento:

  • Gestão profissional do capital;
  • Rentabilidade superior ao CDI;
  • Diversificação de investimento de maneira prática;
  • Muitas opções disponíveis com diferentes objetivos;
  • Alinhamento de interesses (o gestor do fundo recebe de acordo com a performance);
  • Opções com alta ou baixa liquidez.

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3. Dívida Privada

Não é porque a renda fixa em 2019 não será tão rentável quanto em anos anteriores que não existem bons investimentos nessa área.

Para os valores que deverão permanecer nesses investimentos, tais como os poupados para formar a reserva de emergência, é indicado que a dívida privada seja a principal aposta esse ano.

Essa expectativa está baseada no cenário favorável ao crescimento econômico, no qual especialistas esperam uma alta na emissão de títulos da dívida privada.

Cláudio Sanches, diretor de produtos de investimento e previdência do Itaú Unibanco, explica o porquê dessa crença, explanando que ao imaginar uma taxa de juros baixa, com as empresas crescendo e investindo, devem surgir mais opções de dívidas sendo emitidas e até eventualmente empresas trocando dívidas mais caras por dívidas mais baratas.

Principais opções de investimento na dívida privada

Opções nesse sentido são as debêntures ou CDBs – com prazo de um ano, em média – de bancos de pequeno/médio porte que podem chegar a pagar valores equivalentes a 115% do CDI.

Outra dica, são os investimentos isentos de imposto de renda, como debêntures incentivadas, Letra de Crédito Imobiliário – LCI, Letra de Crédito do Agronegócio – LCA, CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis Agrícolas).

Lembrando que tanto os CDBs como as LCI e LCA são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), ou seja, em caso de qualquer problema com as instituições que emitem o título, seu dinheiro estará seguro.

4. IPCA+

Dos títulos do Tesouro Direto, esse é o mais indicado pelos especialistas por proteger o investimento da inflação.

Entretanto, aqui cabe um alerta para o prazo de resgate. Esse é um bom investimento para quem quer aplicações de longo prazo de 10 a 20 anos, resgatar o investimento antes do vencimento implica normalmente em perder dinheiro.

Desse modo, é uma boa opção para diversificar a carteira de investimentos e planejar a aposentadoria, por exemplo.


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5. Fundos imobiliários

Esse tipo de investimento tem seu melhor momento quando a taxa de juros do país está para baixar, o que já aconteceu no Brasil.

Porém, a tendência de alta nos preços dos imóveis e a recuperação das vendas segue, o que mantém os fundos imobiliários em alta.

É bem verdade que os fundos imobiliários tiveram uma melhora pela baixa da taxa de juros, mas a retomada das vendas é um processo lento, o que significa dizer que ainda tem como aproveitar uma alta que se desenha pelos próximos anos.

Fala-se em longo prazo, pois a retomada do mercado imobiliário depende de fatores complexos como a diminuição do desemprego, aumento da renda da população e da oferta de crédito.

Os rendimentos ainda são isentos de IR para pessoas físicas e são recebidos, em geral, mensalmente.

Conclusão

As perspectivas para 2019 são boas, contudo, muitas variáveis externas e internas podem abalar as previsões.

Contando que o novo governo vai conseguir entregar o que propôs, há uma grande probabilidade das expectativas se consolidarem cada vez mais.

Ainda há muita especulação, principalmente, pela troca do governo e a expectativa que o mercado tem de uma política mais liberal.

Entretanto, para driblar as incertezas e investir corretamente nada melhor que diversificar os investimentos e manter a carteira equilibrada.

Mais uma vez, fica o conselho, repense sua posição extremamente conservadora (se for o seu caso) e dê uma chance a investimentos com maior risco, eles são a bola da vez.


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