Ele cuida do seu bem-estar e noites de sono bem dormidas são uma de suas regras. Vale a pena um mergulho na vida do criador da Amazon. 

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Jeff Bezos: conheça a história do homem mais rico do mundo

Em 1995, época em que a internet era um campo misterioso a ser desbravado, uma loja virtual de varejo de livros, nicho até então inédito, era inaugurada.

Quatro anos depois, seu fundador estampava a capa da famosa revista norte-americana Time como “O Homem do Ano”. 

E em 2019, vinte anos depois, a empresa se tornava a mais valiosa de todo o globo.

Essa empresa é a Amazon, e seu fundador é Jeff Bezos — atualmente, o homem mais rico do mundo, com patrimônio estipulado pela Bloomberg de aproximadamente US$ 146 bilhões. 


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Quem é Jeff Bezos?

Jeffrey Preston Jorgensen Bezos nasceu em 12 de janeiro de 1964, em Albuquerque, Novo México (cidade mítica, para quem assistiu a série Breaking Bad), mas cresceu em Houston, no Texas, Estados Unidos.

Sua mãe, Jacklyn Gise Jorgensen, tinha apenas 17 anos quando Jeff nasceu, e ainda estava no ensino médio. 

Já seu pai biológico, Ted Jorgensen, foi mais um daqueles pais que simplesmente somem. Felizmente, Jeff teve um pai de verdade.

Miguel “Mike” Bezos migrou de Cuba para os Estados Unidos quando tinha 15 anos. Conheceu Jacklyn, casou-se com ela e deu seu sobrenome ao pequeno Jeff.

Formação de Jeff Bezos

Na Universidade de Princeton, completou suas duas formações acadêmicas (engenharia elétrica e ciência da computação), e conheceu MacKenzie Scott Tuttle, sua esposa por mais de 25 anos.

Bezos foi trabalhar em Wall Street, mas largou o emprego estável para correr atrás de seus sonhos.

Com um investimento inicial de US$ 300 mil fornecidos por seus pais, fundou em 1994 a loja virtual que um ano depois receberia o nome de Amazon. 

Amazon

MacKenzie Bezos foi a primeira contadora da empresa, e responsável por inúmeras decisões ao lado do marido.

Incluindo a escolha do nome Amazon — para eles, o nome soava exótico e começava com a letra A, que apareceria logo no começo das listas telefônicas.

A Amazon representou uma imensa disrupção no mercado de armazenamento e distribuição de livros dos Estados Unidos e, depois, do mundo, abalando a situação das livrarias físicas.

Na virada para o século 21, a Amazon começou a trabalhar com mercadorias além dos livros.

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Durante mais de quinze anos, desde sua fundação, a Amazon nunca fechou o ano com as ações em alta.

Jeff Bezos sempre disse aos seus funcionários para esquecerem a Bolsa de Valores.

Se dobrar a ela era o mesmo que tomar decisões em curto prazo. E Bezos sempre pensou em longo prazo.

Em 2007, Jeff Bezos seria responsável por uma segunda transformação no mercado literário com o lançamento do Kindle.

Com o primeiro dispositivo de leitura virtual, pessoas no mundo inteiro poderiam levar em suas bolsas e mochilas inúmeros livros de uma vez só.

Além disso, os escritores poderiam, pela primeira vez, publicar suas obras sem o intermédio de uma editora.

Isso, por um lado, quebrou diversas editoras, por outro lado ampliou o contato entre autores e leitores, que passaram a ser os maiores definidores do sucesso, e não mais as editoras.

Com a Amazon crescendo mais e mais, MacKenzie foi se afastando da empresa para se dedicar aos quatro filhos do casal (três biológicos e uma adotada) e aos seus projetos pessoais como escritora, tendo ganhado um American Book Award em 2006 por The Testing of Luther Albright, seu romance de estreia.


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Sempre atrás de novos voos

Bezos queria sair na frente e ter crescimento rápido.

Dessa maneira, ele investiu em múltiplas empresas de tecnologia com potencial disruptivo, entre elas, Google e Uber.

Em 2013, Jeff Bezos comprou o renomado jornal The Washington Post, seguindo seu método de aquisição de empresas sem retirar controle executivo e funcionários.

E sob o seu olhar, o jornal tornou-se um dos maiores e mais importantes portais de jornalismo do mundo, ainda que a custos pessoais como brigas políticas e ataques de hackers.

Bezos também fundou, em 2000, a Blue Origin, uma agência de exploração espacial que só veio a ser apresentada ao público três anos depois, quando a antiga propriedade de sua família materna no Texas — onde passava suas férias durante a infância — foi ampliada em mais de cem vezes seu tamanho original.

A Blue Origin faz lançamento de foguetes transportadores de carga, mas seus projetos almejam o pioneirismo no turismo espacial. 

Como Jeff Bezos ficou rico?

O que faz um homem construir a maior fortuna do mundo com um negócio genial? Visão, fibra, determinação, persistência?

Tudo isso, muito mais e além. Fórmula mágica, com certeza não existe. Mas vamos matar um pouco mais a curiosidade sobre Bezos. 

Ele cuida do seu bem-estar. Noites de sono bem dormidas são a regra.

Ao contrário de inúmeros CEOs, que têm o péssimo hábito de dormir pouco, Bezos faz questão de ter a média recomendada de oito horas de sono.

Suas manhãs também são bem vividas. Bezos não marca qualquer compromisso de trabalho. É um tempo que dedica exclusivamente à sua família. 


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Mais algumas curiosidades sobre a vida de Jeff Bezos:

– Quando criança, já demonstrou afinidade com tecnologia ao construir um alarme sonoro em seu quarto para manter os irmãos fora;

– Na matéria da Time, de 1999, foi chamado de “Indiana Jones do varejo virtual”;

– O acordo de divórcio com MacKenzie Bezos foi o mais caro da história, no valor de quase US$ 36 bilhões;

– Ted, o pai biológico de Jeff, tentou reencontrar o filho ao descobrir sua ascensão como um dos empresários mais bem-sucedidos do planeta, alegando que não havia qualquer interesse financeiro. Mas o reencontro jamais aconteceu, e Ted faleceu em 2015;

– Jeff Bezos fez uma participação especial discreta, maquiado como alienígena, no filme “Star Trek: Sem Fronteiras”, de 2016. 

Conclusão

Não deu para decifrar o segredo do sucesso de Bezos? Assim como a Amazon, a sua Blue Origin ainda não fechou um ano com saldo positivo.

Mas para quem ergueu a empresa mais valiosa do mundo, a paciência é a maior de todas as virtudes. 

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Postado em: Biografias


Escrito por Equipe Mobills Edu


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