Perfis dos MBs

Géssica Passos: Designer do Mobills

Foto de Géssica Passos, designer do Mobills
Isabelle Lima
Escrito por Isabelle Lima

“(…) meu objetivo era trabalhar na Google. Agora, meu objetivo é fazer o Mobills crescer tanto quanto a Google.”

Géssica Passos: Designer do Mobills

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Que tal conhecer melhor a equipe do Mobills? Toda semana faremos um perfil de um dos nossos colaboradores (MBs) que vão contar sobre como é trabalhar no Mobills, o que mais gostam na startup e muito mais.

A nossa primeira entrevistada é a Géssica Passos, designer, formada em Sistemas e Mídias Digitais pela UFC (Universidade Federal do Ceará), 23 anos e que está na equipe desde 2014.

Sua dedicação é admirável e ela não mede esforços para conseguir o que quer!

Confira abaixo a entrevista completa.

Perfis dos MBs: Géssica Passos – Designer do Mobills

 

Como surgiu a oportunidade de você ingressar no Mobills?

Eu trabalhava em uma revista de extensão na UFC. Só que quando você trabalha em um órgão público, meio que você não tem nada para fazer (risos).

Então, eu estava doida procurando alguma outra coisa porque eu não aguentava mais passar o dia inteiro na frente do computador sem ter nada para fazer.

Aí, eu encontrei essa oferta de emprego de 8 horas (CLT) no QueroWorkar e eu mandei mesmo sabendo que era 8 horas porque eu tinha esperança de, sei lá, se eles conversarem comigo pode ser que vire estágio ou algo assim.

Mandei e depois de duas ou três semanas que eles foram responder. Vim fazer a entrevista, só que a entrevista foi meia hora e eu já pensei “não, eles não gostaram de mim. Eles me dispensaram logo, né?” (risos).

Quando foi praticamente um mês depois – foi até engraçado porque eu estava apresentando um projeto no Encontros Universitários – eu recebi a ligação de que tinha sido chamada para o Mobills. Isso em 2014.

Quando eu cheguei, só tinha quatro pessoas na equipe: Carlos, David, Matihara e Renan.

Como o Mobills te ajudou, tanto profissionalmente, como pessoalmente?

Profissionalmente, eu acho que o Mobills me mostrou como é uma empresa de verdade porque antes de trabalhar aqui eu tive duas experiências muito extremas.

A primeira foi de agência, que é workaholic (termo em inglês que significa trabalhar compulsivamente) total. Você não para um segundo e é praticamente trabalho escravo.

Sendo estagiário, você faz tudo, literalmente. Do cafezinho até fazer proposta para empresa. E, depois da agência, eu fui para outro extremo, a revista, onde não tinha absolutamente nada para fazer.

Quando cheguei aqui no Mobills, eu fiquei pensando “isso é uma empresa de verdade”. Aqui, sim, consegui desenvolver e aplicar as coisas que aprendi na faculdade.

Na agência, você é forçado a fazer as coisas mesmo que não saiba. Querendo ou não, você aprende a se virar.

Na revista, acho que realmente não aprendi nada (risos). Só que eu queria muito trabalhar. Então, aqui foi o local onde pude me desenvolver e aplicar as coisas que eu já sabia.

E pessoalmente… Eu conheci tanta coisa com o pessoal aqui do Mobills. Aprendi muita coisa sobre a religião dos meninos (boa parte dos membros da empresa são mórmons), a respeitar as diferenças dos outros…

Eu passei a maior parte da minha experiência profissional aqui no Mobills, então, não tem muito o que falar sobre o quanto eu cresci pessoalmente aqui.

Qual o diferencial do Mobills?

Comparando com as outras que eu conheci, muita coisa (risos). Uma vez eu conversei com a minha irmã sobre trabalhar aqui, porque ela já veio me buscar uma vez no escritório antigo.

E mesmo sendo um escritório pequeno, ela disse uma coisa que eu concordo muito: que parece um mini Google. E quando a gente foi visitar o escritório do Google em São Paulo para fazer os cursos (relacionados ao Google Launchpad Accelerator), eu realmente comprovei que é um mini Google.

Essa estrutura que a gente tem aqui, outras empresas não têm. De você poder trabalhar em pufe, de ter outra sala para você se reunir com o pessoal, não tem isso em outras empresas. Os meninos têm uma cabeça muito para frente em questão de estrutura, de logística…

É isso, a estrutura daqui, a flexibilidade de horário, o pessoal – coisa que eu não tive na agência, a equipe não era unida assim, era competição mesmo.

Na agência era quem “mata” primeiro. Se você tem um trabalho provavelmente outra pessoa vai querer fazer seu trabalho também.

Aqui não tem isso, cada um tem seu trabalho. Se você puder ajudar o outro, você ajuda, se não, você faz o seu trabalho.

Qual foi o seu maior desafio, até agora, trabalhando no Mobills?

Quando me colocaram para a área de Marketing. Porque Sistema e Mídias Digitais cobre uma gama enorme de áreas, só que a gente não se aprofunda especificamente na área de marketing.

A gente trabalha com produção, criação para determinadas áreas, e não em estratégia e planejamento.

Mas assim, quando os meninos quiseram me colocar para Marketing, eu pensei “ok, vou fazer o que eu sei e das poucas disciplinas que eu tinha feito que tinham alguma coisa a ver com marketing.”

Fora isso, tentei aprender várias coisas. Fiz vários cursos pela internet, tentei absorver o máximo de conhecimento possível. Trabalhar com o Marketing em si foi um dos maiores desafios porque teoricamente eu não tinha nenhum embasamento específico para Marketing.

Eu era designer e agora eles estão cada vez me puxando mais e eu estou gostando, por incrível que pareça. Eu ainda gosto de criar, tanto que uma das coisas que me lembro de ter falado para eles quando fiz a entrevista é que eu gosto de criar coisas, gosto de ver as coisas que eu faço funcionando.

Mas o Marketing está me trazendo uma coisa diferente, uma sensação meio diferente dessa área de criação, e eu estou gostando, está sendo legal (risos).

Como é o ambiente de trabalho no Mobills?

No começo, a gente não tinha muita estrutura. Para você ter noção, quando eu cheguei lá no escritório antigo era um ovo, era literalmente menor que o escritório do oitavo andar (atualmente estamos trabalhando no 13º, nosso terceiro escritório), era bem menor, tipo metade.

Não tinha cortina, a gente usava o computador com a iluminação no máximo porque não dava para enxergar, devido ao sol bastante forte que entrava pela janela (vale lembrar que nossa sede é em Fortaleza-CE).

Mas os meninos foram começando a melhorar, foi aumentando, foi comprando mais cadeiras, mesas de verdade e agora estamos em um espaço bem maior.

De todo modo, como já mencionei, a estrutura daqui é ótima comparada com as outras empresas que eu conheço. Mas não sei, eu acho que a gente ainda tem muito para crescer.

Acredito que a gente pode provavelmente se tornar uma empresa estilosa, como Nubank, Google, alguma coisa assim.

A expectativa é que agora a gente vai crescer e muito. E a estrutura só tende a melhorar. Os pufes eu não uso muito, principalmente agora que eu tenho um computador fixo, então não vou poder utilizar muito mesmo, mas eu acho legal.

Para quem é da área de designer é muito bom você ter a oportunidade de esclarecer um pouco a cabeça porque você rende mais.

Você ficar muito presa a uma coisa, “eu tenho que terminar, eu tenho que terminar”, provavelmente aquilo não vai sair tão bem quanto sairia se você pudesse mudar de ares, sentar em um pufe ou sair para outra sala.

Tirando um pouco aquele ambiente de trabalho da sua cabeça, você rende muito mais.

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Como é a sua relação com os colegas de trabalho?

Assim, como designer eu sou muito tímida (risos). Então, eu tenho uma relação melhor com as pessoas que eu convivo há mais tempo, tipo o David, Carlos, Matihara, Yago… Eu convivia muito mais com o Renan, mas como ele saiu da empresa…

É isso, eu tenho muito mais intimidade de conversar, de brincar com as pessoas que eu conheço há mais tempo porque sou muito tímida no sentido de que, quando eu não conheço as pessoas, sou muito difícil de se conversar, porque sou muito fechada.

Mas eu acho legal a convivência de todo mundo. Eu vejo o povo brincando, conversando um com o outro, e eu não tenho a sensação de estar em uma empresa, eu tenho a sensação de estar entre amigos.

E faz também com que você se sinta mais em casa do que em um ambiente de trabalho, sabe?

O que você espera do futuro em relação ao Mobills?

Crescer. Eu tenho a perspectiva de que a gente pode se tornar referência, como o Nubank. O Nubank não é bem uma referência, né? Mas ele é pioneiro na área de cartões digitais.

Então, quando eu entrei na faculdade meu objetivo era trabalhar na Google. Agora, meu objetivo é fazer o Mobills crescer tanto quanto a Google. É isso, eu tenho a perspectiva de que a gente ainda pode chegar naquele nível.

O que mais te deixa feliz no Mobills?

Muitas coisas. Eu acho que mais a perspectiva de poder crescer com a equipe, no sentido de que vocês não são só uma equipe de trabalho, vocês são meus amigos e a gente pode crescer junto. É isso.

O que você diria a um cliente do Mobills?

Tenha fé, irmão. As coisas vão melhorar (risos). Mas é sério, quando eu vejo os comentários do pessoal, dos MBs, eu fico muito feliz que a gente está conseguindo realmente ajudar algumas pessoas.

Já outras pessoas estão muito revoltadas conosco e eu gostaria muito de saber o porquê. Mas é isso, tenham calma, a gente está melhorando aos poucos. Por favor, não nos abandone.

Tenham fé que a gente está trabalhando todos os dias para aprimorar cada aspecto da nossa empresa.

Conte uma história (real) que tenha relação com o Mobills.

O nosso primeiro escritório era pequeno, mas tinha uma cozinha, sendo que ela era minúscula. Ela só tinha uma pia e um armário pequenino e pronto, era a cozinha.

Quando a gente saia para o final de semana, normalmente não guardávamos as coisas, a gente deixava em cima da mesa mesmo, e um senhor ia limpar, só que ele limpava durante a semana e não no fim de semana.

Acontece que o David deixou o copo dele na cozinha, um copo do Darth Vader e que tinha tipo uma tampinha, a qual ele deixou aberta. Até aí tudo bem, segunda-feira chegamos e tal.

Aí ele foi encher o copo e não abriu a tampa, só encheu. Quando eu vi, ele estava bebendo água e disse “tem alguma coisa aqui dentro”.

Quando ele abriu a tampa, tinha uma barata afogada (risos). Isso ocorreu no final de 2015.

Hoje, provavelmente não iria acontecer de novo porque as coisas aqui são bem limpinhas.

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