Educação financeira: o conceito que deveria ser aprendido por todos desde a infância
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O tema educação financeira passou a ser muito mais discutido no Brasil nos últimos anos, principalmente por 2 motivos.

Primeiramente, a crise econômica, que resultou em mais de 13 milhões de desempregados e exigiu uma maior racionalidade em relação ao uso do dinheiro. E o segundo, o surgimento dos canais no Youtube acerca do assunto.

Embora a primeira razão não seja algo a se comemorar, a segunda pode sim ser considerada um sucesso, pois vem ajudando muitos brasileiros a se conscientizarem sobre a relevância do conhecimento sobre finanças pessoais.

No longo prazo, isso deve ter um impacto bastante positivo sobre as próximas gerações, que devem começar a aprender sobre a educação financeira desde cedo, o que faz toda a diferença quando se pensa em formar um patrimônio.

Mas se você, assim como muitos brasileiros, não teve acesso aos princípios da educação financeira na infância, não deixe de conferir o texto até o final, vou dar algumas dicas e ampliar sua visão sobre a importância da questão.


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O que é educação financeira?

Educação financeira é um conjunto de ações relacionadas a diminuir despesas, aumentar ganhos, investir e acumular riqueza, ou seja, é mais do que um comportamento isolado ou planejamento financeiro por si só.

Esse conjunto de práticas deve se tornar um hábito.

Assim, ao se investir em educação financeira, espera-se como resultado um acúmulo de conhecimentos que possam minimizar os riscos e proporcionar escolhas mais conscientes e bem informadas.

Ser financeiramente consciente, pressupõe o entendimento de que o dinheiro não foi feito para gastar como muitos pensam. Ele foi feito para trabalhar por você, e não o contrário. 

A educação financeira pessoal visa justamente aprender e desenvolver os hábitos que tornarão possível que seu dinheiro trabalhe para você.


Descubra 12 hábitos dos milionários que, se praticados, irão mudar sua vida


Educação financeira nas escolas

Raramente é ensinado como se deve lidar com o dinheiro em casa ou na escola. E isso prejudica a vida financeira da grande maioria dos brasileiros que não têm uma relação saudável com o dinheiro.

Buscando mudar essa realidade, a educação financeira está em fase inicial de implementação nas escolas, com base no Documento de Orientações para Educação Financeira nas Escolas (Plano Diretor da ENEF, 2010).

Este é um grande passo para um futuro com cidadãos mais conscientes e educados financeiramente, que não deixarão seus futuro e saúde financeira à deriva, como vemos acontecer muito no Brasil de hoje.

O imediatismo e o status oferecido pelos bens de consumo – que não agregam renda – são os mais procurados, o que resulta em uma população altamente endividada e com poupança e investimentos muito baixos.

O ensino da educação financeira nas escolas pode ser a base necessária para melhorar economicamente tanto a vida de milhões de pessoas como a economia do próprio país.

Esta iniciativa refletirá em um futuro com jovens enriquecendo e alcançando a tranquilidade financeira cada vez mais cedo.

Como já citado, educação financeira é um exercício de tempo e habitualidade.

A importância da educação financeira infantil

Os melhores aliados para o crescimento patrimonial são o tempo e a disciplina. Dessa forma, quanto antes a educação financeira for introduzida na vida de alguém mais cedo ela produzirá efeitos.

Disciplina, por sua vez, exige habitualidade, assim, quanto mais tempo de prática, maior a experiência na área e o nível de assertividade das escolhas.

A educação financeira infantil deve existir para que os requisitos para uma vida financeiramente equilibrada e saudável estejam presentes desde os primeiros rendimentos de uma pessoa, seja ela criança, jovem ou adolescente.

Isso fará toda a diferença na obtenção da riqueza na vida adulta.

Na infância, a imaginação cria inúmeras possibilidades de ganhos. Boa parte das crianças já tiveram um pequeno negócio como vender algum tipo de mercadoria, alugar objetos raros ou prestar algum serviço.

Essa criatividade e independência devem ser incentivadas e, mais que isso, devem ser orientadas a fim de que se tornem viáveis e se transformem em um negócio ou, no mínimo, ensinem aos seus donos lições básicas de custos, investimentos e poupança.

Um dos autores mais renomados na área das finanças pessoais, Robert Kyosaki, em seu livro “Pai rico, Pai pobre” ensina lições valiosíssimas sobre educação financeira infantil.

Uma delas é que não devemos dizer a nossos filhos que não podemos dar-lhes algo, mas sim estimularmos para que eles achem soluções para obter o que querem.

Desse modo, desde cedo é dever dos pais fazerem com que os filhos reflitam sobre maneiras de atingir seus objetivos materiais, com foco em uma boa educação financeira pessoal.


 

Entenda como ensinar educação financeira para crianças


Dicas de educação financeira

Se seu objetivo é ficar rico em pouco tempo, sem dedicar muitas horas para adquirir conhecimento sobre a área, sinto informar, mas você dificilmente alcançará a riqueza.

E caso alcance, por um golpe de sorte, provavelmente voltará a ficar pobre, se não se preocupar em estudar sobre o dinheiro e como fazê-lo render.

Educação financeira é um caminho que exige paciência, estudo, foco e hábito. Além disso, você deve se comprometer em colocar em prática os ensinamentos aprendidos.

As dicas que trago aqui não são extraordinárias ou nunca ditas, apenas exigem regularidade em sua aplicação, mas é nesse ponto que muitas pessoas pecam, pois preferem permanecer na zona de conforto, no ciclo das desculpas, conformismo e procrastinação.

Não se esqueça: educação financeira, para dar certo, depende de esforço e repetição exaustiva (como qualquer outra atividade necessária ao nosso desenvolvimento físico ou intelectual).

Vejamos, então, algumas orientações que podem te ajudar a atingir o sucesso nas finanças:

Conheça e controle seus gastos

Saber quanto se gasta e com o quê ajuda a cortar despesas desnecessárias.

A tecnologia hoje pode ajudar bastante nessa tarefa, uma vez que, praticamente todas as pessoas possuem celular, tablets ou computadores.

Através dos dispositivos móveis você consegue registrar a despesa no momento em que ela ocorre, evitando esquecimentos e facilitando o rastreamento do seu dinheiro.

Trace metas

Ter metas de gastos para cada categoria de despesas e objetivos financeiros bem definidos são atitudes fundamentais para uma boa educação financeira pessoal.

Cultive a obsessão por poupar dinheiro

Você deve sempre buscar poupar dinheiro, nunca gaste mais do que necessita, principalmente em compras: pesquise os melhores preços, veja se há cashback disponível, peça descontos e analise produtos similares para gastar menos.

Quer sair? Acesse sites de compras coletivas, app de lojas, veja os restaurantes que oferecem promoções.

Enfim, são muitas as possibilidades de economizar quando se vai comprar qualquer coisa ou realizar uma despesa

Porém, antes mesmo de incorrer no gasto, você deve analisar se ele é necessário, se não pode ser deixado para depois, se o seu orçamento permite, fuja do consumismo e poupe o máximo que puder!

Domine o tripé: ganhar, economizar e investir

Se você é do tipo que gasta todo seu salário do mês e sempre acaba no zero a zero, deve ser organizar financeiramente e cortar gastos para que possa conseguir economizar pelo menos 10% de sua renda a cada mês.

Se você gasta mais do que ganha, o problema é mais sério.

Você deve renegociar suas dívidas, evitar utilizar os cartões de crédito por algum tempo e tentar pagar suas despesas à vista, para não incorrer em gastos supérfluos.

Ademais, você deve elaborar urgentemente seu orçamento, para diagnosticar para onde seu dinheiro está indo, em que categorias de despesas você gasta mais e quais gastos poderão ser eliminados ou pelo menos reduzidos.

Caso você já economize, analise se consegue guardar mais dinheiro ou se tem como conseguir uma renda extra para aumentar o valor poupado por mês.

De todo modo, sempre tente ultrapassar as metas, não se conforme em economizar o mesmo valor por anos, entre no jogo e desafie-se.

Mantendo a regularidade em poupar, o próximo passo é investir.

Existem boas opções para iniciantes e para baixos valores. Não caia no erro de deixar seu dinheiro na poupança, que rende pouco, muitas vezes, abaixo da inflação.

Opções como Tesouro Direto, CDB, LCI entre outros são bem melhores que a poupança.

Recorde-se que o tempo é crucial nos investimentos, então, eles devem render e deixar que os juros compostos façam sua mágica.

Dessa maneira, cada vez mais seu dinheiro trabalhará para você.


Juros compostos: entenda melhor esse conceito que pode mudar sua vida financeira


Livros sobre educação financeira

Os grandes autores e especialistas em educação financeira abordam de maneira reiterada dois tópicos: mentalidade e fazer o dinheiro trabalhar para você.

A mentalidade é o modo como se pensa no dinheiro, as relações que as pessoas constroem com ele.

Existem relações tóxicas, nas quais o dinheiro é visto como ligado a tudo de ruim, esse tipo de pensamento é algo que você deve abandonar se deseja ser rico.

Comprar passivos, ou seja, bens ou serviços que sejam apenas mais um gasto e não gerem retorno, também não é indicado pelos grandes estudiosos da área.

A não ser que esses “bens não geradores de riqueza” sejam comprados com o rendimento dos “bens geradores de riqueza”. Assim, ao invés de você ter trabalhado para comprá-los diretamente, o seu dinheiro fez isso por você.

Fazer o dinheiro trabalhar para você, por sua vez, consiste basicamente em aprender a investir seu dinheiro em ativos, isto é, bens ou serviços que possam se valorizar ou gerar renda para seu detentor.

Para quem está iniciando no vasto campo da educação financeira e quer aprender mais, indico os seguintes livros como base, sobre os quais inclusive já fizemos resenha aqui no Portal:

  1. Pai rico, pai pobre – Robert T. Kyiosaki e Sharon Lechter
  2. O homem mais rico da Babilônia – George S. Clason.
  3. Os segredos da mente milionária – T. Harv Eke

Caso, já tenha lido todos ou queira uma lista mais completa, não deixe de conferir o texto abaixo.


17 livros sensacionais para aprender mais sobre educação financeira


Melhor aplicativo de educação financeira

A tecnologia pode ser uma mão na roda quando se trata de educação financeira.

Como já mencionei, um dos principais pontos para que se tenha finanças saudáveis é o rastreamento dos gastos. Sabendo para onde vai o seu dinheiro fica mais fácil cortar despesas supérfluas e focar na poupança e no investimento.

Neste sentido, o Mobills é um aplicativo completo que permite que você gerencie suas contas, defina orçamentos para cada categoria de despesas, controle seus cartões e, o melhor, está disponível para ser acessado do smartphone ou pela web.

Além disso, ele conta com o Portal Mobills e o canal no Youtube, pois além de controlar seu dinheiro é essencial que você se mantenha estudando e aumentando seus conhecimentos sobre finanças pessoais.

Conclusão

Aprender sobre os princípios da educação financeira desde a mais tenra idade faz toda a diferença na relação que você desenvolve com o dinheiro ao longo da vida.

Portanto, se você almeja um bom futuro financeiro para seus filhos, é fundamental que estude sobre as melhores práticas de educação financeira pessoal, desenvolva hábitos benéficos para as finanças pessoais e ensine por meio do exemplo.

Você se preocupa com a sua educação financeira e a dos seus herdeiros? Estuda sobre dinheiro com que frequência? Deixe nos comentários sua opinião sobre o texto e o assunto.

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