Finanças Pessoais

6 dicas importantíssimas para quem busca equilibrar a vida financeira

pessoas fazendo um planejamento para equilibrar a vida financeira

Equilibrar a vida financeira pode até exigir alguns sacrifícios no começo, mas o resultado é muito prazeroso.

6 dicas importantíssimas para quem busca equilibrar a vida financeira

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Seria desnecessário escrever sobre a importância de se manter o equilíbrio financeiro visto que praticamente todas as pessoas reconhecem isso.

No entanto, reconhecer apenas não é o bastante. É preciso incorporar esse conceito no dia a dia e desenvolvê-lo continuamente.

Existe ainda uma grande parcela da sociedade que é completamente desconhecedora desse tema e essa falta de conhecimento, mesmo quando se tem dinheiro para gastar, mantém as pessoas numa situação de escassez, privações e pobreza.

A intenção do texto abaixo é chamar a atenção para o fato de esse tema ser algo indispensável e até mesmo vital.

Também tem como objetivo permitir que qualquer pessoa, que esteja em plenas condições físicas e mentais, tenha a oportunidade de viver uma vida financeira equilibrada e feliz.

Para ajudar nesse processo de mudança, listamos algumas orientações fundamentais. Esperamos que gostem!

Como equilibrar a vida financeira

 

1. Tomar consciência da importância da gestão financeira

menina olhando para um cofre de porquinho

Controlar os seus gastos é muito importante e te faz ter uma vida mais tranquila.

As primeiras percepções que temos, quando conversamos com pessoas com problemas de gestão financeira, é de total desconhecimento e desinteresse pelo assunto por parte delas, mesmo estando num estado de total sofrimento por causa das preocupações e noites mal dormidas.

Alegam que é muito difícil, que é chato, que não têm vocação e que estão nessa situação porque o que ganham não é suficiente.

É lógico que não é algo fácil, principalmente por serem necessários sacrifícios e uma completa transformação pessoal. Ademais, uma pessoa não fica com problemas financeiros simplesmente por ser vítima da má sorte.

Normalmente tem a ver com a forma como ela se comporta perante o fluxo da vida e do dinheiro.

Não é o quanto ela ganha, mais sim como e onde ela gasta sua receita e o quanto está preparada para lidar com os infortúnios.

O fato é que gerir, com responsabilidade, as finanças pessoais não é uma opção, é uma obrigatoriedade.

Não é algo que se pode terceirizar ou deixar para amanhã; é parte intrínseca da existência humana numa sociedade capitalista.

Quando essa dimensão da vida é negligenciada, passa a afetar as demais – o físico, mental, relacional, lazer, espiritual, profissional etc. – e as coisas começam a ficar pesadas.

As primeiras crenças que devem ser ressignificadas são as de que o controle financeiro é algo difícil e desnecessário. “Portanto, não vale a pena se dedicar”.

Reafirmo: “é obrigatório para quem quer levar uma vida com maior liberdade e felicidade”.

O difícil é criar o hábito de cuidar diariamente do dinheiro, de estabelecer metas e buscar conhecimento.

Mas com o tempo torna-se algo agradável de se fazer, visto que sempre dá certo quando aplicado de forma constante.

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2. Fazer uma autoanálise do que realmente precisa ser mudado

mulher pensando

Pare e pense para se autoavaliar. O que você está fazendo com o seu dinheiro?

Depois que a pessoa toma consciência do quanto é imprescindível incorporar a gestão financeira na sua existência, como fator de prosperidade e evolução, ela deve parar e analisar o que precisa ser mudado no seu comportamento.

Deve-se, antes de mais nada, passar por uma transformação no modo de agir e de se comportar em relação ao dinheiro.

É muito comum alguém acordar um belo dia e “decidir” economizar dinheiro, mas, sem o conhecimento de si mesmo, acaba desistindo na semana seguinte.

É preciso olhar para dentro de si e se autoanalisar no sentido de encontrar a motivação para parar com o consumo desenfreado ou entender a causa da “síndrome da mão aberta”.

As motivações estão normalmente ligadas à necessidade de atender um desejo imediato.

Esse tipo de consumidor reage muito facilmente aos produtos que estão em promoção e acaba sendo vítima das estratégias de marketing.

Então, a saída, depois de se reconhecer um comprador por impulso, é sempre adiar a compra para o dia seguinte e verificar se realmente é necessária aquela aquisição.

Outra maneira é aprender a dizer “não” às pessoas que costumam se aproveitar do outro para satisfazer seus desejos de consumo, valendo-se de dinheiro emprestado ou de ajuda alheia.

Nesse caso, dizer “não” significa dizer “sim” ao equilíbrio financeiro pessoal.

É necessário mudar completamente a forma de consumir e voltar a mente para o planejamento.

Não estamos aqui dizendo que você não deve consumir nada. Isso é impossível.

Mas sim fazer isso de forma planejada e consciente.

Consumir de forma consciente é comprar somente o que é necessário para manter uma vida com qualidade e reservar uma parte da receita para realização de sonhos e metas.

A CAPACIDADE DE REALIZAR SONHOS E CONQUISTAR METAS

3. Desenvolver o hábito do planejamento e da organização

Mulher registrando seus Objetivos no Mobills Web

Com sistemas de controle financeiro você pode gerenciar seu orçamento.

Todo objetivo traçado na vida exige planejamento e organização. Isso não poderia ser diferente na gestão financeira.

O lidar com o dinheiro intrinsecamente pressupõe planejar, organizar, acompanhar, priorizar. Ou seja, tudo para que se tenha o máximo de clareza, segurança, exatidão e controle.

Essa postura já começa ao se procurar saber quanto e para onde está sendo direcionado o dinheiro.

Por isso, a primeira coisa que se pede para uma pessoa que deseja organizar suas finanças é que ela anote tudo o que gasta.

Nesse ponto existe um grande desafio que precisa ser superado, a preguiça de anotar, e assim a maioria das pessoas para aqui.

Elas alegam, na maioria das vezes, que é muito chato ficar anotando tudo, mas não existe outra forma de visualizar a realidade financeira de uma pessoa sem saber quanto e onde ela gasta o seu dinheiro.

Aliás, essa é uma excelente prática de autoconhecimento. A forma como gastamos nosso dinheiro diz muito sobre nós.

Hoje em dia está muito fácil, temos a nossa disposição diversos aplicativos de gestão financeira de uso fácil e prático.

Existem também planilhas eletrônicas muito eficientes, ou ainda pode-se contar com o velho recurso do caderno de anotação – é prático e continua servindo perfeitamente.

O importante é chegar no final do mês com tudo anotado e à disposição para analisar profundamente para onde está indo o dinheiro, detectar possibilidades de redução de despesas, estabelecer prioridades, criar um orçamento e estabelecer metas.

Vencida a preguiça de anotar, a pessoa se surpreenderá com a quantidade e qualidade das informações; que ajudarão na melhoria dos hábitos de consumo e na possibilidade de um redirecionamento dos recursos financeiros para algo mais construtivo.

Quando se gasta sem controle, perde-se a noção do fluxo do dinheiro na vida e se acaba gastando com coisas desnecessárias.

Esse é um dos principais motivos da falta de dinheiro de muitas pessoas.

4. Criar fluxo de caixa

Outra ação importante é criar um fluxo de caixa.

Que o dinheiro entra e sai todo mundo sabe, mas conciliar esse fluxo monetário de uma forma que exista uma compatibilidade entre os prazos de entrada e os de saída é uma arte.

Certa vez, conversei com uma pessoa que reclamou que a prestação do carro vencia cinco dias antes do recebimento do seu salário e acabava sempre pagando juros e multas pelo atraso.

Lembrem-se: “pagar juros por mora significa ficar mais pobre”.

Sugeri a ela que antecipasse o pagamento de uma prestação, pois assim evitaria pagar juros.

Nesse caso, para corrigir um erro de planejamento, foi necessário um sacrifício.

Entretanto, fica claro nesse relato um erro de conciliação de fluxo de caixa, ou seja, deve-se sempre conciliar as datas dos pagamentos com as datas dos recebimentos para evitar pagamentos de juros e multas.

Não é necessário falar aqui sobre não gastar sem antes ganhar.

Relembrando o último tópico, criar o hábito de planejamento e organização é imprescindível para se manter uma vida equilibrada financeiramente.

Começa-se, primeiramente, anotando o que se gasta e posteriormente se evolui para controles mais sofisticados, como o fluxo de caixa, controle de investimentos, balanço patrimonial etc.

Tudo é uma questão de criar o gosto pelo assunto e depois criar e manter a cultura do planejamento e organização.

COMO ELABORAR UM PLANEJAMENTO FINANCEIRO PESSOAL INCRÍVEL EM 13 PASSOS

5. Envolver os familiares

família junta e feliz

Não esconda nada de sua família. Ela precisa está a par do que está acontecendo com as finanças da casa.

Algumas pessoas colocam como dificuldade o desinteresse dos outros membros da família na gestão financeira .

Isso realmente é verdade, principalmente quando alguns ganham e outros somente gastam.

É o caso dos pais provedores e os filhos gastadores, completamente envolvidos e influenciados pelos apelos de consumo da sociedade.

Nesse sentido, é correto dizer que é muito mais fácil fazer a gestão financeira individual do que a gestão financeira do grupo familiar.

É muito desafiador para os provedores superar as exigências dos filhos sem ceder. Existe, nesse caso, um componente emocional poderoso que precisa ser trabalhado, a dificuldade de dizer “não”.

Existe também a situação em que os casais têm diferenças na forma como lidam com o dinheiro.

De uma parte, os gastos são controlados; da outra, os gastos são descontrolados.

Em muitos casos, por esse motivo, existem momentos de grandes conflitos, como também a impossibilidade de realizar sonhos em conjunto.

A saída para esses casos também é através da conscientização.

A família somente poderá prosperar se tiver suas finanças organizadas.

Essa prosperidade não é apenas para um membro, mas sim para todo o grupo familiar. Em outras palavras, todos ganham.

Organizar o orçamento doméstico é o primeiro passo.

Definido o orçamento, deve-se estabelecer o compromisso de permanecer dentro deste e buscar as sobras para realização de sonhos em conjunto.

Outra ação importante é definir mesadas entre os membros; não só os filhos, mas o casal individualmente também.

Todas as pessoas têm suas necessidades de gastos no dia a dia e isso evita o controle sobre o gasto pessoal um do outro. Por exemplo: “Eu estava com vontade de comer chocolate e comprei com o meu dinheiro”.

O importante é que todos estejam envolvidos com a meta de orçamento e motivados com a possibilidade de realizar sonhos, como viagens, carro novo ou qualquer outra aquisição que seja importante para todos.

Com essa prática, o grupo familiar vai se conscientizando de que a renda da família é uma só e pertence a todos. Logo, todos devem ser responsáveis em manter a saúde financeira da família.

A implantação do orçamento familiar trará a sensação de controle e motivação na busca de metas.

As mesadas individuais trarão a sensação de liberdade, valorização do dinheiro e manutenção de metas de consumo individual.

CONTROLE DO ORÇAMENTO FAMILIAR: OS 7 ERROS MAIS FREQUENTES

6. Buscar aprendizado

pessoa lendo um livro

O conhecimento é a chave do sucesso, inclusive com o sucesso de um planejamento financeiro que faz bem para você.

Existe um ditado popular que diz “não se ama aquilo que não conhece”.

Assim, a partir do momento em que se busca conhecimento sobre gestão de finanças pessoais surge uma maior motivação para se manter dentro do tema e aplicá-lo no dia a dia.

Esse conhecimento, hoje em dia, está disponível na internet, em cursos presenciais, ou on-line, e em livros.

Muitas vezes, esses conteúdos podem ser encontrados até mesmo de graça.

No entanto, cabe aqui enfatizar a importância e qualidade dos cursos pagos fornecidos por algumas escolas e mestres dessa área.

Para alguém que está realmente disposto a mudar o seu comportamento frente ao dinheiro, fazer esse esforço na busca por maior conhecimento é fundamental.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é algo difícil de se aprender, sendo possível afirmar até que é algo agradável de se fazer, pois tem um sentido prático, não é entediante.

Qualquer pessoa tem plenas condições de aprender sobre finanças, investimentos e aspectos comportamentais de consumo.

O assunto se torna chato quando não se conhece nada sobre ele.

Além disso, quando se busca o conhecimento sobre finanças, mesmo que num estágio básico, os resultados se aceleram significativamente.

Quando somos movidos pela vontade de aprender, é possível evoluir e nos tornarmos um especialista e alavancar resultados ainda maiores. Tudo é uma questão de dedicação, vontade de aprender e evoluir.

COMO MANTER O FOCO, FAZER O QUE É NECESSÁRIO E TER SUCESSO

Conclusão

Depois de ler o artigo, você aprendeu como deve equilibrar a sua vida financeira?

Lembre-se de incluir sua família nas conversas sobre o orçamento da casa. Todos devem participar e estar cientes dos acontecimentos.

Ademais, sempre se mantenha informado sobre gestão financeira e se precisar faça até cursos! O conhecimento é essencial para o nosso crescimento mental e físico.

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