A

cada dia, a procura por ferramentas que auxiliam as pessoas a terem uma vida financeira mais saudável através de um planejamento bem-feito só aumenta. Afinal, não é fácil conciliar os estudos, a família e os negócios com a correria do dia a dia. Quem nunca passou um final de mês apertado, seja pelas dívidas com o cartão de crédito ou com gastos em projetos que não são sua prioridade inicial?

O empreendedorismo e as finanças

A questão é ainda mais importante quando pensamos em pequenos empresários que precisa administrar as finanças pessoais e as da futura, ou já existente, empresa.

Em um mundo em que o setor de serviços tem crescido a olhos vistos com o gás do empreendedorismo individual, um dos grandes empecilhos para quem quer abrir sua própria empresa é o aporte financeiro inicial. Obviamente, sem dinheiro será difícil seus planos saírem do papel. No entanto, não é necessário que o novato empreendedor já tenha a quantia pronta para uso em sua poupança.

É preciso deixar claro que é possível sim poupar dinheiro para o investimento inicial com um bom controle de suas finanças pessoais. Nada de deixar aguardar que o montante desejado sobre no final do mês para ser usado para abrir seu negócio, se já é difícil fazer sobrar alguma coisa hoje.

Aqui vai uma dica: 10% do seu orçamento mensal já é um começo! Embora seja uma quantia óbvia e uma porcentagem já bem utilizada por grande parte dos brasileiros poupadores, é excelente para começar. Se você conseguir poupar mais em um mês, melhor ainda, mas tente considerar os 10% o mínimo. Para isso é necessário uma mudança nos hábitos pessoais e familiares, principalmente aqueles que já estão tão enraizados em nossa rotina, que as ações são praticamente automáticas.

Uma boa dica para se organizar melhor e evitar dívidas futuras é separar suas contas em categorias: as contas fixas (aguá, luz, aluguel, carro, etc), das contas a prazo ou de reserva (saúde, reformas, mensalidade da escola dos filhos, etc), daquelas que são debitadas diretamente da conta (gasolina, obrigações fiscais, estacionamento, etc). Outra ideia é aproveitar o ano que se inicia para fazer seu planejamento anual e tomar de fato, as rédeas de sua vida financeira.

Embora seja difícil no começo, quando perceber as recompensas que novas práticas lhe trazem, seu próprio cérebro ira preferir automatizar a nova rotina.

Separando o seu dinheiro das finanças da empresa

Uma vez iniciado o negócio, vários outros questionamentos podem vir à tona. Como determinar os ganhos por serviços administrativos prestados? Com separar seu próprio dinheiro em relação ao dinheiro da empresa?

O que é e como calcular o pró-labore

O pró-labore é a fatia dos lucros que é retirada pelos sócios de uma empresa como pagamento aos serviços administrativos prestados por eles.

Antes de mais nada é primordial que você calcule o valor do seu pró-labore. Uma boa ideia é se orientar de acordo com o mercado, ou seja, definir o quanto você, sócio da empresa, deve ganhar por seu trabalho administrativo. Deve-se verificar o quanto um profissional com as mesmas funções que você costuma ganhar de acordo pelo mesmo serviço que você realiza e fazer uma média.

O pró-labore é, no final das contas, uma despesa administrativa como qualquer outra, e deve ser lançada no balanço da empresa. Uma vez definido seu pró-labore e separando o dinheiro da empresa do seu próprio, é possível fazer um planejamento familiar com muito mais foco e coerência.

É por isso, que softwares e aplicativos de finanças pessoais têm se tornando importantes aliados na busca da disciplina, já que ajudam o usuário a fazer um planejamento de longo prazo, focado em suas metas profissionais e objetivos pessoais. Conheça a Mobills e descubra o que um software de finanças pessoais pode fazer por você!

Comentários