Tem uma empresa? Saiba como motivar os funcionários além do reconhecimento financeiro!

O fator motivacional no trabalho é algo amplamente estudado por profissionais de Recursos Humanos, psicólogos e outros ramos inerentes ao assunto.

E, estes estudos vêm mostrando que, diferentemente do que se pode imaginar, o incentivo salarial não está nem entre os 10 fatores que mais motivam os colaboradores.

Uma pesquisa realizada pela consultoria empresarial Boston Consulting Group, que entrevistou milhares de empregados em diferentes países do mundo (sendo 11 mil destes brasileiros), chegou ao seguinte resultado no quesito “felicidade no trabalho”:

Ranking dos fatores que mais motivam os colaboradores

  1. Reconhecimento profissional;
  2. Aprendizado e desenvolvimento de carreira;
  3. Equilíbrio entre vida pessoal e trabalho;
  4. Relacionamento com superiores;
  5. Bom relacionamento com colegas;
  6. Valores da empresa;
  7. Estabilidade financeira da empresa;
  8. Oportunidade para liderar e assumir responsabilidade;
  9. Reputação do empregador;
  10. Atividade profissional interessante.

Esta lista, organizada na ordem decrescente de importância, traz um panorama interessante sobre quais pontos são mais relevantes na hora de montar uma estratégia de retenção de pessoas baseada na motivação com foco na alta performance dos colaboradores.

Dicas sobre como motivar os funcionários

Com base nos fatores não financeiros listados acima, vamos dar alguns exemplos de como usar essas informações para motivar os funcionários.

Ofereça curso/programa de educação financeira pessoal

O segundo ponto da pesquisa realizada pelo Boston Consulting Group, que mostrava os principais aspectos levados em consideração para felicidade no trabalho pelos empregados brasileiros, foi: aprendizado.

Além disso, o oitavo ponto falava sobre estabilidade financeira da empresa, ou seja, os empregados buscam segurança financeira.

E, quando acreditam que a empresa em que estão é sólida, trabalham mais satisfeitos.

Juntando esses dois pontos, percebe-se que oferecer um curso e um aplicativo de finanças pessoais é uma ótima ferramenta para motivação funcional.

Já que ao mesmo tempo que funciona como estímulo ao aprendizado, ensina sobre algo que todos devem e precisam aprender: como atingir a estabilidade financeira.

Dados extremamente relevantes

Outra pesquisa, essa da Sociedade Americana de Recursos Humanos em conjunto com a Associação Americana de Psicologia, descobriu que 97% dos trabalhadores que participaram do questionário usavam horas de trabalho para cuidar das finanças pessoais.

Foi constatado também que 64% dos entrevistados consideram os problemas financeiros como sua principal causa de estresse.

Nesse sentido, a perda financeira para a empresa por ter um colaborador que sofre com problemas financeiros e, por conseguinte, deixa a desejar em suas atividades causando prejuízos é estimada, pela referida pesquisa, em 2.000 dólares por ano.

Um colaborador que passa por dificuldades financeiras pode:

  • Sofrer com problemas de saúde e relacionamento;
  • Distrair-se facilmente;
  • Perder o engajamento e a produtividade;
  • Além de aumentar a rotatividade da empresa, por estar sempre buscando maiores salários para sanar suas dívidas.

A pesquisa apontou, ainda, que 70% dos profissionais de RH acreditam que os problemas financeiros são uma das principais causas de baixa performance no trabalho, o que é plenamente justificável ao se analisar os efeitos supracitados.

Somado a essas informações, temos outras constatações retiradas dos dados do SPC Brasil, que mostram que 63% das famílias brasileiras estão endividadas e 96% dos brasileiros não se preparam para aposentadoria.  

Empresa mais eficiente

Logo, ao oferecer um curso e programa de educação financeira, além de ajudar seus colaboradores a manter as finanças em ordem e ficarem livres de problemas relacionados ao dinheiro, sua empresa ainda se beneficia com um funcionário que terá bem mais chances de manter o foco e trabalhar em alta performance. 

Caso ainda reste dúvidas de que investir na educação financeira dos empregados é uma boa opção, um artigo publicado na Revista de Medicina Ocupacional e Ambiental (Journal Of Occupational and Environmental Medicine) aponta que:

  • Empresas que investem no bem-estar de seus funcionários são 235% mais eficientes que as demais.

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Elogie e Reconheça

Criar uma cultura de reconhecimento é tão importante quanto ter o hábito de dar feedbacks.

A valorização do profissional pode ser feita de diversas maneiras como elogios, e-mail de reconhecimento ou um bônus.   

Como você viu na pesquisa citada no começo do texto, reconhecimento profissional foi o primeiro fator citado pelos brasileiros para a felicidade no trabalho.

Então, é essencial criar formas de valorização do trabalho dos seus empregados.

Flexibilize o horário de trabalho

Esta atitude, além de aumentar o bem-estar do colaborador, aumenta também a sensação de que o empregado está no controle da situação, uma vez que confere-lhe maior autonomia.

Dessa forma, o colaborador se torna ainda mais responsável pela entrega das suas demandas, o que tende a deixá-lo mais comprometido e produtivo. 

Disponibilize a opção de trabalho Home Office

Oferecer aos colaboradores a possibilidade de trabalhar de casa pode ser uma ótima ferramenta para aumentar a qualidade de vida no trabalho.

Analise se é possível que, pelo menos uma vez por semana, essa prática possa se tornar realidade na sua empresa.

Além da questão da autonomia (comentada no tópico anterior), nesse caso, existem outros benefícios diretos como:

  • Possibilidade de ficar mais próximo e passar mais tempo com os familiares;
  • Eliminar o tempo de deslocamento e o estresse que o mesmo causa;
  • Trabalhar nos horários que se sente mais produtivo;
  • E a satisfação de estar em um local agradável e conhecido.

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Invista em bons líderes

Comunicação e espírito de equipe, características inerentes a um bom líder, tornam qualquer time mais feliz e satisfeito com seu trabalho.

Ter líderes à frente das equipes de trabalho incentiva os colaboradores a darem ideias e a participarem de forma ativa da tomada de decisões.

Isso faz com que os funcionários se sintam de fato parte da instituição.

E, essa identificação de valores/ideias contribui para que a relação entre empregado e emprego seja mais que contratual, torne-se de apreço.

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Incentive a autonomia

Empregados que têm suas sugestões acatadas e possuem poder decisório de acordo com suas funções sentem-se mais valorizados.

Cresce também o sentimento de fazer parte dos resultados finais da empresa. 

Essa sensação de ser útil e reconhecido são sentimentos que a remuneração salarial pode causar em um primeiro momento, mas logo passa.

Entretanto, aumentando a autonomia nas decisões dos empregados, essa sensação se fará presente em cada situação que eles resolverem sozinhos. 


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Crie espaços recreativos

Já é tendência entre as gigantes no quesito de recursos humanos, prover aos colaboradores áreas de descanso e diversão.

Nesse sentido, espaços com puffs, cadeiras de massagem, jogos e outros equipamentos que ajudem a relaxar e abstrair são ótimas opções.

Além da motivação, a criatividade e eficiência também podem ser afloradas por essa ação.

Promova eventos externos

Pode ser uma reunião diferente para incentivar a criatividade e sair um pouco do ambiente de trabalho, ou até mesmo as comemorações de final de ano.

A ideia aqui é explorar outros ambientes e promover a integração de diferentes colaboradores que, nas condições diárias, não têm muita possibilidade de interagir.


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Ofereça oportunidades de crescimento

Nem sempre as oportunidades de crescer na empresa estão relacionadas a incentivos salariais.

Existem outras formas de incentivar o crescimento dos funcionários, como:

  • Possibilitar a oportunidade de liderar equipes;
  • Oferecer treinamentos externos e cursos pagos pela empresa (citamos o de controle financeiro porque, de acordo com os dados, é o mais relevante, mas você pode oferecer este e outros);
  • Disponibilizar programas de mentoria.

Benefícios personalizados

Disponibilize opções para seus empregados e deixe que eles escolham quais benefícios preferem. 

Afinal, a necessidade da cada um depende de muitas variáveis e oferecer um modelo fechado de benefícios pode frustrar as ambições de alguns colaboradores.

Fechar parcerias com estabelecimentos próximos para viabilizar este modelo de benefícios personalizados é um bom começo.

Sendo assim, estabelecimentos como academias, restaurantes, lojas e escolas são boas opções para iniciar uma parceria.

Conclusão

O trabalho de motivar colaboradores e trazer qualidade de vida no trabalho é complexo, pois exige que os gestores estejam sempre buscando novas maneiras de engajamento.

Nesse âmbito, uma das melhores práticas dentre as apresentadas é o oferecimento de programas de educação financeira

Já que além de ajudar os colaboradores a organizar uma das áreas que mais causam estresse e falta de foco, ainda pode ser inserido em um programa de benefícios personalizados, por exemplo.

Ou, ainda, ser incluído como um programa de mentoria, o qual foi citado como uma oportunidade de crescimento nos tópicos acima.

Ademais, um dos principais pontos que abrangem a motivação é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

E, sabe-se que para os brasileiros um problema recorrente é o endividamento.

Por isso, ensinar os colaboradores a terem uma relação saudável com o dinheiro pode ser um diferencial ainda maior para as empresas que começarem a investir nessa ideia.

Com certeza, ótimos valores profissionais (leia-se funcionários extremamente capacitados) podem ser atraídos ao descobrirem que vão ter esse tipo de benefício em seu emprego.

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