Quer aprender como juntar dinheiro em 2017? Veja 15 dicas indispensáveis!

Mulher segurando cofrinho e refletindo sobre como juntar dinheiro

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Quando se fala em estabilidade financeira, um tripé se forma na nossa mente: patrimônio, reserva financeira e qualidade de vida. Afinal, queremos ter momentos de lazer, um legado de segurança e uma reserva em investimentos para momentos difíceis. Mas, o primeiro passo, geralmente, é o mais difícil para a maioria das pessoas: como juntar dinheiro para alcançar esses objetivos?

Conquistar o sonho de ter segurança financeira é difícil para muita gente, principalmente porque não somos educados para lidar com as nossas finanças. A maioria das pessoas passa a vida vivendo em função das suas dívidas e fazendo o inverso dos hábitos de segurança.

Geralmente pensamos: “Não ganho o suficiente para pagar minhas contas e ainda tenho que poupar dinheiro?”. Contudo, esse não é o principal problema! As necessidades humanas são infinitas e ilimitadas: mesmo que você tenha tudo que deseja, ainda vai desejar ter mais e o que ganha nunca será suficiente para suprir todas essas vontades. De fato, essa é uma forma difícil de viver.

Por isso, uma boa educação financeira é fundamental para a realização dos seus sonhos e para conseguir estabilidade financeira. Saber quando e como gastar é o conhecimento básico para que se possa organizar as nossas finanças. Sendo assim, vejamos agora algumas dicas para sair do vermelho e começar a investir seu dinheiro, construindo sua estabilidade financeira!

15 dicas indispensáveis para quem quer aprender como juntar dinheiro em 2017

Mão colocando moedas em um cofrinho simbolizando como juntar dinheiro

1. Separe suas contas fixas dos gastos extras

Para isso, entenda por contas fixas aquelas que necessitam ser pagas mensalmente, como água, energia, aluguel e plano de saúde, por exemplo. Na hora de planejar esses gastos, leve em consideração o valor que eles vão representar na sua rotina. Lembre-se de que alguns gastos só tendem a aumentar, como acontece com a taxa de condomínio.

Para os gastos extras, tenha um teto máximo de gastos estipulado. Entende-se como gasto extra todas aqueles que não ocorrem em todo mês e que podem variar muito o valor. Por exemplo, o que se gasta nas saídas do final de semana e uma compra de roupa ou acessório. Por isso, prever um limite para eles é importante.

2. Estabeleça um parâmetro de quanto você deseja poupar

Faça isso baseando-se na sua renda mensal. O mínimo deve ser em torno de 10% do seu salário, mas o ideal é que esse valor atinja pelo menos o patamar de 30%. Se você não conseguir começar economizando os 10%, comece com 1%, que seja, mas tente evoluir a cada mês. E o mais importante: definido o valor a poupar, respeite-o religiosamente!

O fundamental é não passar mais nem um mês sem poupar uma quantia. Aquilo que você decidiu que consegue poupar, guarde com muita disciplina assim que receber o salário ou fonte de renda. Não caia na armadilha de pagar todas as despesas e comprar tudo o que estiver precisando antes de guardar o dinheiro.

3. Separe essa reserva para objetivos de curto, médio e longo prazo

E tente priorizar esses últimos. Ou seja: se você se esforçou e conseguiu reservar 30% do seu salário, pelo menos 15% devem ir para investimentos nos quais você não deve mexer por bastante tempo, como um título de longa duração do Tesouro Direto, por exemplo.

Além disso, 10% devem ir para investimentos de médio prazo, algo em torno de 12 a 36 meses. Só a menor parte, nesse exemplo, cerca de 5%, deve ser separada para investimentos de curto prazo.

4. Faça uma previsão semanal

Tente prever a quantia que você vai precisar para os seus gastos diários e limite-se a utilizar somente o valor planejado por semana. Dividindo o que você pode gastar em parcelas, fica muito mais fácil guardar. Se você sabe que a despesa com alimentação (incluindo almoço e lanches) é de X, e se na quinta-feira esse valor já tiver sido alcançado, você sabe que terá que recorrer a outras medidas, como levar almoço e lanche de casa.

Tendo a noção do que se gasta por semana, é possível calcular o gasto diário e o controle também pode ficar muito mais fácil. Se o limite do dia já foi alcançado, será preciso ser previdente nos próximos dias. Se fazemos a economia por etapas, o processo fica menos penoso.

5. Planeje seus pagamentos parcelados

Se você tem a opção de comprar algo parcelado sem juros, utilize o cartão. Mas guarde o valor correspondente em um investimento (pode ser até a poupança) pelo período em que estiver pagando. Dessa forma, o seu crédito estará financiando seu investimento, pois, enquanto não está pagando juros, seu dinheiro estará rendendo bons frutos.

6. Corte os gastos desnecessários

Não é por causa das grandes despesas que seu salário some misteriosamente, mas por conta de gastos impulsivos ou desnecessários, como pequenas compras ocasionais que, juntas, somam valores que poderiam estar bem investidos. Um exemplo de gasto desnecessário são as irresistíveis bijuterias e cosméticos vendidos em revistas. Sempre tem uma amiga que vende maquiagem e outros adereços que são dispensáveis.

No universo masculino, esses gastos podem ser representados pela entrada no estádio para ver o time do coração. Ou até pela cervejinha depois do expediente. Um happy hour é super saudável, mas ele pode ficar apenas para a sexta-feira à noite.

7. Utilize um aplicativo de controle financeiro

Onde estiver, quando pensar em gastar, consulte o aplicativo e veja se suas despesas estão de acordo com seu planejamento, para decidir se deve ou não realizar mais um gasto.

Nesse caso, uma boa dica é o Mobills, que, além de poder ser consultado a qualquer hora e lugar, é bastante simples, eficiente e ainda permite que você troque dicas sobre finanças pessoais com outros usuários.

8. Registre seus gastos corretamente

A tarefa de conseguir juntar dinheiro só será possível quando você for realmente capaz de controlar todos os seus gastos. Por isso, é importante manter o hábito de registrar absolutamente tudo o que se gasta.

Com um aplicativo, planilha, ou até mesmo um caderninho e uma calculadora em mãos, comece a listar todas as suas despesas, começando das mais básicas — como alimentação, contas a pagar, saúde e higiene — até os gastos mais supérfluos — como saídas, mensalidades, compras, etc. Assim, será mais fácil perceber como você gasta seu dinheiro e onde você pode economizar para poupar mais.

9. Evite comprar a prazo e faça tudo para se livrar das dívidas

Tente ao máximo não fazer compras parceladas. Prefira sempre comprar à vista, pois, assim, você poderá barganhar descontos e não terá que pagar prestações nem juros. Evite também recorrer a operações de crédito, como empréstimos e cheque especial. Se o uso do cartão de crédito for inevitável, pesquise bem antes e esteja consciente dos juros cobrados e do Custo Efetivo Total (CET) da operação.

Se você possuir alguma dívida, se esforce para quitá-la o mais rápido possível. Não hesite em procurar o seu credor e negociar melhores condições para pagá-la assim que puder. E se estiver com o orçamento apertado, priorize o pagamento daquelas que possuírem juros mais altos.

10. Guarde uma reserva para emergências

É recomendável separar pelo menos 5% da sua renda mensal para formar uma espécie de “fundo de emergência”. Essa quantia será usada apenas para custear situações imprevistas e pequenas eventualidades que podem surgir a qualquer momento, como um problema de saúde ou um período de desemprego.

Isso garantirá mais tranquilidade e segurança para o seu bolso, pois você não terá que alterar seu planejamento financeiro se tiver que arcar com gastos não planejados de última hora. Um tratamento de dente não previsto ou até gastos com antibióticos para curar uma infecção repentina podem ser enquadrados na categoria das despesas de emergências.

11. Invista corretamente a sua poupança

Muitas vezes, apenas juntar dinheiro não é o bastante — para administrar sua poupança da melhor forma, você não pode deixá-la parada, perdendo valor. A saída, então, é investir essa quantia em alguma aplicação, para que ela renda e se multiplique com o tempo.

Por isso, avalie bem as possibilidades e invista o dinheiro que conseguir juntar na aplicação que mais se adequar ao seu perfil. Existem diversas opções de investimentos, cada uma com suas características e particularidades — e, certamente, uma delas irá se encaixar dentro daquilo que você procura.

12. Faça uma análise do seu desempenho e mude o que for preciso

Monitore como está sendo seu progresso a cada mês. Fique de olho em como você está juntando dinheiro e verifique se sua poupança está crescendo de acordo com o esperado. Se algo não estiver acontecendo como você planejou, reavalie suas ações e determine o que precisa ser mudado. Isso vai contribuir para manter seu planejamento nos trilhos, além de ajudar a te mostrar o que está errado mais rapidamente.

Às vezes, será preciso repensar a sua estratégia de poupança porque a alternativa inicial poderá ter deixado de funcionar. O importante é não deixar de fazer uma avaliação muito crítica de como esse dinheiro será economizado.

Mesmo os melhores planejamentos financeiros podem sofrer mudanças de acordo com o tempo. Por isso, ao checar seu desempenho regularmente, você pode melhorar a forma como guarda dinheiro para obter maiores resultados.

13. Crie alternativas de renda extra

Para juntar dinheiro muitas pessoas acreditam que a renda mensal que recebem não é o bastante. Se você já apertou o orçamento, pagou as dívidas, cortou despesas desnecessárias e mesmo assim não consegue poupar o que gostaria, uma alternativa pode ser criar fontes de renda extra.

Pense no que você sabe fazer bem que poderia lhe render um rendimento ao final do mês. Vale pegar encomendas de doces e bolos para festas, elaborar declarações de imposto de renda, fazer formatação de computadores, criar peças de artesanato, dar aulas particulares, fazer serviços de tradução ou qualquer outra atividade que possa te ajudar a poupar mais.

14. Cultive a cultura da economia

Tem gente que fala que não consegue juntar dinheiro porque a família não ajuda. A família só vai participar se ela for chamada e sensibilizada para isso. Os filhos precisam participar da economia doméstica desde cedo, o que inclui participação nas tarefas de casa e também na ação de poupar.

É importante mostrar que, se eles economizam energia elétrica apagando o interruptor do quarto quando saírem, sobra mais dinheiro para fazerem a viagem de férias. Se eles derem banho no cachorro ou lavarem o carro da família, em vez de mandarem para o serviço especializado, essa economia também será guardada para ser usufruída depois, em ótimos momentos em família.

15. Pare de criar desculpas

Não crie desculpas para adiar a hora de juntar dinheiro, o momento é sempre o agora. Não espere receber o 13º salário, a gratificação ou a participação nos lucros. Comece a poupar a partir daquele dinheiro que você já tem. Se ficar esperando a hora certa, sempre haverá outro compromisso ou outra desculpa para te desanimar.

A regra é clara: pague primeiro a si mesmo. Pense em quanto dinheiro você teria juntado se tivesse começado a poupar há um ano. Comece a juntar dinheiro agora mesmo e no próximo ano você já terá um montante do qual se orgulhar. Para facilitar, crie um desafio para si mesmo e se dê ao direito de uma retribuição sempre que alcançá-lo.

Esperamos que esse artigo o ajude a começar sua organização financeira e o ensine como juntar dinheiro. Sabemos que a tarefa de poupar não é fácil, mas, com um pouco de informação e disposição, esse esforço pode se transformar em uma grande alegria e satisfação no futuro. E mais: ver seu dinheiro se multiplicando pode torná-lo um viciado em poupar e o hábito vai se tornar mais fácil do que você imagina!

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