Conheça as histórias de brasileiros “comuns” que alcançaram o primeiro milhão
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Histórias de brasileiros “comuns” que alcançaram o primeiro milhão

Quem não quer se tornar um milionário a partir do próprio trabalho? É óbvio que a grande maioria das pessoas deseja criar um negócio e enriquecer. Sendo assim, leia estas 3 histórias de sucesso e inspire-se!

Histórias de brasileiros “comuns” que alcançaram o primeiro milhão

Cássio Krupinsk

Cassio Krupinsk

Para Cássio, que se tornou milionário aos 29 anos, o maior desafio foi descobrir a própria vocação. “A maior dificuldade de qualquer pessoa não é o mercado, a economia ou o país, mas sim encontrar aquilo que gosta de fazer e que ama de verdade. Para ter sucesso, é fundamental ser apaixonado pela profissão.”

Com apenas 19 anos, o então jovem que gostava de surfar foi convidado para fazer um teste como modelo, do qual saiu com um trabalho na Itália. Apesar do dinheiro que recebia e dos vários contatos que fazia, ele não gostava muito dos holofotes. Seu primeiro emprego havia sido no Banco Safra, onde trabalhou até atingir a maioridade como “office-boy de luxo” de Joseph Safra, fundador da instituição.

Depois disso, ele cursou a faculdade de publicidade e fez um curso de extensão em administração com foco nos negócios, em San Diego (EUA). Esta última experiência lhe despertou a vontade de abrir o próprio negócio. “Eu nunca consegui ser empregado, na realidade. Sempre tive minhas ideias, que eram mais práticas.”

Em 2003, Krupinsk criou uma marca de óculos própria (Volv), enquanto trabalhava numa revista de surfe. Nessa mesma época, ele conheceu um cliente chinês que o convidou para trabalhar com vendas. “Ele importava os óculos da China, pagava R$ 5 e vendia por R$ 400. Eu alcancei 377 pontos de lojas nas óticas de São Paulo até 2007.”

A mudança para a internet aconteceu a partir da importação de um software que permitia experimentar óculos pela web. O empresário lançou em novembro de 2013 o SocialMarketPlace, uma plataforma que mistura shopping virtual com rede social, na qual os lojistas criam perfis para anunciar os seus produtos. O investimento inicial de R$ 500 mil, segundo ele, foi recuperado em quatro meses, período em que o faturamento atingiu R$ 740 mil.

Walter Sabini Junior

Walter Sabini Junior

Formado em arquitetura com especialização em marketing, Sabini abriu sua primeira empresa aos 24 anos, no ramo do design gráfico. A produção de embalagens, anúncios e revistas corporativas, entretanto, logo perdeu espaço para outro setor mais lucrativo: o digital. “Em 1998, decidi abrir uma área digital para atender os clientes que queriam colocar sua marca na internet, e isso mudou a vida da empresa.” No ano de 2008, a então Virtual Criações Gráficas se tornou a Virid, empresa que foi arrematada, em 2011, pela Serasa Experian, por R$ 100 milhões.

O empresário acumulava mais de dez anos no ramo dos negócios quando conseguiu juntar seu primeiro milhão, em 2009. Entretanto, uma ironia do destino o faria ter o maior prejuízo de toda sua carreira três anos depois: após investir R$ 600 mil numa loja de roupas, percebeu que não conhecia o mercado e fechou as portas do negócio. “Eu quebrei a cara, porém, aprendi uma lição: empreendedores devem focar em mercados que conhecem.”

Após se aventurar no comércio de roupas, Sabini retornou para a área que conhece: o mundo digital. Ao lado do sócio Ricardo Ramos, desenvolveu a Precifica, uma plataforma voltada ao comércio eletrônico que permite, entre outras coisas, o reajuste automático no preço dos produtos de acordo com os valores praticados pela concorrência.

Confortável no território que domina, Sabini explica que as dificuldades para abrir o negócio “foram mínimas”. O investimento inicial foi de R$ 5 milhões e, já no primeiro ano, o faturamento atingiu R$ 1 milhão. “Quando você conquista sua independência financeira, há muito mais controle da ansiedade e tranquilidade no trabalho. Hoje temos conhecimento do mercado e sabemos aonde queremos chegar, logo tudo fica mais fácil.”

A história de Sabini é uma grande lição para os que sonham em faturar alto com o negócio próprio: descubram suas especialidades e trabalhem duro no setor. “Se você tem interesse em investir numa área que não domina, busque muitas informações antes”, ensina.   histórias de brasileiros “comuns” que alcançaram o primeiro milhão

Miriam Felippi

Miriam Felippi

Com a sabedoria de quem atingiu o primeiro milhão aos 40 anos, Miriam adverte que, para obter sucesso, é necessário planejamento, disciplina e foco. A empresária lidera a franquia Pasteca, com unidades em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “O dinheiro sozinho não se sustenta e não tem valor. O bom de se ter uma condição é saber que se construiu algo na vida e que, dessa maneira, pode-se impactar positivamente a vida de outras pessoas.

Desde cedo, Miriam já se mostrava disciplinada. Nascida numa família de classe média, a empresária ganhou seu primeiro salário aos 11 anos, como babá: uma muda de roupas, usada por uma das quatro meninas das quais cuidava no período da tarde, após frequentar a escola pela manhã.

Aos 13 anos, conseguiu seu segundo emprego, como balconista, após uma desavença com uma das garotas. Foi nesse momento que ela recebeu seu primeiro salário “real”, o mínimo da época. “Lembro que usei o primeiro salário para pagar meu colégio, comprar um caderno escolar e um tênis novo para ir à escola.”, declara.

Filha de pai agricultor e mãe dona de casa, Miriam se orgulha ao lembrar a importância de pegar no batente desde jovem. “Foi a melhor coisa que meus pais fizeram, pois nos ensinou a ter compromisso. Além disso, eles sempre trabalharam muito e foram um exemplo de responsabilidade para nós.”

Com 18 anos, Miriam se tornou bancária, mas a experiência durou somente dois anos. “O ambiente de trabalho não me agradou”. Foi aí que ela começou a trabalhar em um frigorífico, onde permaneceu por 13 anos. Durante esse tempo, ela descobriu que estava à venda uma pastelaria de sua cidade, a Pasteca, por onde passava todo dia. Miriam não pensou muito: pegou dinheiro emprestado com um amigo e, em três dias de negociação, fechou o negócio. “No princípio [2003], a maior dificuldade foi entender o negócio, mas eu negociei para manter os antigos funcionários comigo e isso foi essencial. Em 2004, participamos da primeira feira da cidade. Aí o negócio deslanchou.”

Miriam afirma que não há receita pronta para o sucesso. “Tem que ter consciência de que vai trabalhar muito. E de que haverá erros durante a caminhada, mas que eles são importantes, porque nos fazem aprender.”

Casos como o do Cássio, do Walter e da Miriam mostram que não existe uma receita certa nem um tempo mínimo para fazer um negócio funcionar e ficar rico. Apesar disso, tendo um bom planejamento, disciplina, amor pelo que faz e foco, você poderá alcançar o sucesso.

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