*Conteúdo publicado originalmente em Estadão

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Quem está acompanhando o dólar porque vai viajar nas férias ou tem um intercâmbio no horizonte certamente tomou um susto na última semana ao ver a moeda bater a cotação mais alta dos últimos 16 meses, aos R$ 3,42. Só nestes quatro meses do ano, o dólar comercial já subiu 7%. Apesar do cenário ser imprevisível, especialistas apontam que o dólar deve continuar em trajetória de alta, o que exige do consumidor poupar nos detalhes. Diante dessa nova perspectiva, “esperar baixar” pode custar caro.

A cotação do dólar turismo, mais caro que o comercial, passou de R$ 3,38 em janeiro para um valor próximo de R$ 3,55 na última sexta-feira – isso sem considerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), de 1,1%. Assim, uma família que pensa em ir para a Disney em junho, por exemplo, e deixou para comprar US$ 5 mil na sexta-feira, chegou a pagar R$ 800 a mais pela mesma quantia do que se tivesse comprado em janeiro. No início do ano, era preciso desembolsar R$ 16,935 mil. Já de acordo com a última cotação, desembolsaria R$ 17,780 mil. Com a diferença, daria para comprar cinco perfumes importados, um modelo singelo do fone de ouvido Beats ou então sete das bonecas fenômeno do momento, LOL.

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